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Não frequento lounges de aeroportos e não sinto falta deles

Viajantes reavaliam o custo-benefício de acessos a lounges diante de tarifas crescentes e lotação, levando à desistência de cartões premium

These days I prefer to be among the people in the airport concourse.
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  • Um viajante frequente deixou de usar cartões que davam acesso a lounges de aeroportos, após aumentos de taxas e lotação nos espaços.
  • O Chase Sapphire Reserve custa praticamente $ 800 por ano; o American Express Platinum chega a quase $ 900 por ano, segundo o relato do autor.
  • Mesmo com os benefícios, ele ficou convencido de que o custo não compensava mais a experiência, especialmente pela lotação.
  • Pesquisas citadas indicam que 52% dos viajantes frequentes usam lounges em pelo menos algumas viagens e 70% destacam a necessidade de mais opções de acesso.
  • Alternativas para quem não tem cartão são comprar passagens em classe premium com acesso incluído, comprar passes diários ou apenas ir direto ao portão, conforme avaliação do autor.

O autor da matéria admite ter mudado de estratégia em viagens: deixou de manter cartões premium que davam acesso a salas VIP em aeroportos. Embora antes carregasse tanto o Chase Sapphire Reserve quanto o American Express Platinum, o aumento de taxas anuais e o acúmulo de passageiros mudos no interior das lounges fizeram o custo superar os benefícios, segundo ele.

Os cartões em questão estão com taxas próximas de 800 a 900 dólares por ano, conforme o público alvo. Ainda que as administradoras não tenham comentado oficialmente, análises públicas indicam que muitos clientes continuam encontrando valor nesses produtos, apesar dos reajustes.

Para entender o movimento, a matéria cita especialistas em viagens que destacam o viés de custo-benefício. Em particular, um editor de site de ofertas de viagens aponta que é essencial calcular quanto se economiza e com que frequência as visitas às lounges realmente ocorrem.

A reportagem também explora o que motiva a popularidade das lounges. Dados de pesquisas de experiência em aeroportos indicam que mais da metade dos viajantes frequentes usam salas de espera, e uma parcela significativa diz que maior acesso melhoraria a experiência de viagem.

Ainda segundo a análise, o setor de viagens está cada vez mais voltado ao premium. Companhias aéreas investem em cabines de luxo, e lojas e redes associadas expandem a oferta de cartões vinculados a programas de fidelidade, com foco em clientes dispostos a gastar mais.

Sobre o custo-benefício, o autor comenta que, para ele, a experiência nas lounges não justificou o gasto. Em viagens ocasionais, o valor de consumos à la carte no terminal pode sair mais em conta do que manter um acesso anual pago.

Para quem não quer abrir mão de uma experiência de lounge, existem alternativas sem cartão específico. A opção mais comum é adquirir passagens em classe premium que já incluem acesso, ou comprar passes avulsos quando disponíveis, ainda que isso possa sair caro em comparação com gastos no terminal.

A matéria também aponta que a busca por acesso a lounges continua a depender de opções de mercado, como passes diários ou programas de acesso pago, sempre avaliando se o benefício compensa o custo para o viajante.

Para concluir, o texto ressalta que a decisão depende do perfil do viajante: quem viaja pouco pode achar mais vantagem economizar; quem viaja com frequência pode preferir outras formas de acesso ou simplesmente monitorar o custo total ao longo do ano.

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