- No Brasil, a violência sexual contra crianças e adolescentes está migrando para o ambiente digital, com dois em cada dez jovens relatando algum abuso ligado à tecnologia.
- Em São Paulo, o Ministério Público lançou um programa inédito que centraliza atendimento psicológico, apoio às famílias e assistência jurídica, para reduzir danos e evitar a revitimização.
- A promotora Fernanda Moretti explica, no podcast, como a iniciativa funciona e quais caminhos existem para enfrentar a violência digital.
- O objetivo é oferecer suporte integrado e orientar responsáveis sobre proteção e encaminhamentos legais.
O episódio do podcast JR 15 Min #1410 aborda o crescimento da violência digital contra crianças e adolescentes. O Ministério Público de São Paulo lançou uma iniciativa inédita para enfrentar o problema, unindo atendimento psicológico, apoio às famílias e assistência jurídica.
Dados nacionais indicam que 20% dos jovens já relataram sofrer abuso ou exploração por meio de tecnologia. O tema envolve coerção, ameaças e exposição online, exigindo resposta rápida de autoridades e sociedade.
Em São Paulo, a nova atuação centraliza serviços para reduzir danos e evitar a revitimização. A promotora Fernanda Moretti detalha, no programa, como o programa funciona e quais caminhos existem para enfrentar a violência digital.
Como funciona a iniciativa
- O programa oferece atendimento psicológico imediato às vítimas.
- Acompanhamento às famílias e suporte jurídico também estão incluídos.
- O objetivo é fornecer resposta integrada e evitar novas vítimas.
Fernanda Moretti comenta que a atuação busca institucionalizar caminhos de prevenção, denúncia e proteção, com foco em reduzir danos e ampliar o acesso a serviços públicos.
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