- Um cabo temporário do Exército foi preso, suspeito de tentar matar homem a tiros após discussão por vaga de carro na Praia da Bica, na zona norte do Rio de Janeiro.
- Ronald Barcelos de Melo é investigado por tentativa de homicídio qualificado; a defesa não foi identificada.
- O Comando Militar do Leste informou acompanhar as investigações da Polícia Civil; o militar está custodiado em unidade prisional do Exército.
- Testemunhas e imagens de câmeras mostram o suspeito deixando o local, retornando armado minutos depois e efetuando diversos disparos; não há confirmação de feridos até o momento.
- O Exército afirma não tolerar desvios de conduta; o Tribunal de Justiça do Rio informou que o nome do suspeito ainda não constava na pauta de audiências de custódia.
Um cabo temporário do Exército foi preso nesta quarta-feira (29) sob suspeita de tentar matar um homem a tiros após uma discussão por vaga de carro na Praia da Bica, zona norte do Rio. A investigação envolve a Polícia Civil, que aponta tentativa de homicídio qualificado.
Ronald Barcelos de Melo é o principal suspeito. A defesa ainda não foi identificada. O Comando Militar do Leste acompanha as investigações e informou que o militar está custodiado em unidade prisional do Exército.
O crime ocorreu na madrugada do dia 24, por volta de 0h53, após a briga por vaga de veículo em um quiosque. Imagens de câmeras de segurança mostram o suspeito deixando o local, retornando armado minutos depois.
Segundo o delegado responsável, o suspeito efetuou vários disparos, colocando em risco testemunhas presentes no local, que estava bastante movimentado. O suspeito fugiu após os disparos; não há informações confirmadas sobre feridos.
O militar temporário já possui antecedentes, incluindo porte ilegal de arma de fogo. Neste ano de 2026, também teria sido registrado um episódio de tentativa de homicídio com emprego de paulada.
O Exército esclareceu que o regime de militar temporário ocorre por meio de seleção regional, com período e vagas definidos. O Tribunal de Justiça do Rio informou que, até a tarde desta quinta, o nome do suspeito não constava na pauta de audiências de custódia, indicando possível atraso na distribuição do processo.
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