- Promotores afirmam que D4vd, cujo nome real é David Anthony Burke, assassinou Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, em 23 de abril de 2025, na casa dele em Hollywood Hills.
- Segundo o documento, o corpo foi desmembrado com uma motosserra em uma piscina infantil na garagem e os restos foram ocultados no porta-malas do Tesla, com De identificação de decomposição avançada.
- A investigação cita ligações entre as evidências, incluindo vídeo de vigilância, mensagens de texto, dados da Tesla, entregas da Amazon e itens encontrados no local, sugerindo premeditação.
- Burke, preso em 16 de abril, foi acusado de homicídio de primeiro grau, abuso sexual de menor e mutilação de restos humanos; a promotoria também aponta circunstâncias que podem justificar a pena de morte, embora ainda não haja decisão.
- O relatório destaca histórico de relacionamento entre Burke e Rivas desde que ela tinha 11 anos, com mensagens e fotos, além de alegações de sabotagem à carreira da vítima caso ela denunciasse o que ocorria.
D4vd, conhecido pelo nome artístico de David Burke, é acusado de homicídio de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, ocorrido em sua residência em Hollywood Hills, em 23 de abril de 2025. Segundo promotores, o crime incluiu esfaqueamento seguido de desmembramento com uma motosserra, e posterior ocultação dos restos em um Tesla.
A promotoria apresentou um dossiê com vídeos de vigilância, mensagens, dados de dispositivos e evidências físicas que ligariam o cantor ao crime. Entre as alegações estão compras de itens como uma piscina inflável azul, uma motosserra e equipamentos de ocultação, adquiridos via Amazon e Postmates, sob nomes falsos.
Burke, nascido David Anthony Burke, 21 anos, foi acusado de homicídio de primeiro grau, abuso sexual de menor de 14 anos e mutilação de restos humanos. A promotoria aponta relação anterior com a vítima, que teria ocorrido quando ela tinha 13 anos, e descreve mensagens e contatos que sustentariam o planejamento do crime.
A audiência preliminar ocorreu nesta semana, com debates sobre a admissibilidade do relatório e o andamento do processo. A defesa solicitou sigilo sobre o documento, que foi parcialmente mantido sob análise, com adiamento da audiência para 26 de maio por necessidade de revisão.
Promotores afirmam que Rivas foi morta em 23 de abril de 2025 e que o corpo permaneceu oculto no veículo por semanas, antes de ser desmembrado na garagem de Burke. Fragmentos encontrados indicaram uso de uma piscina inflável na cena e possíveis tentativas de eliminar evidências no local de residência.
Ao longo da investigação, a polícia identificou rastros genéticos na casa alugada por Burke e encontrou objetos relacionados à vítima no cenário. Um cartão de passaporte de Rivas foi localizado na beira de uma rodovia no Condado de Santa Barbara em janeiro de 2026, segundo a acusação.
A defesa sustentou que Burke não cometeu o homicídio, enquanto a promotoria mantém as acusações e afirma que a morte ocorreu por várias lesões penetrantes. O caso envolve ainda alegações de abuso de menor, mortes de testemunha e circunstâncias que podem levar à pena máxima.
A apuração também revelou conteúdo potencialmente inadequado na conta de iCloud de Burke, incluindo material pornográfico, segundo as autoridades. A promotoria indicou que mais de um grande júri tem envolvimento com o caso, dada a quantidade de evidências reunidas.
Celeste Rivas tinha 14 anos na época do caso. Burke, que também ganhou notoriedade como artista de rap e streamer, permanece detido desde abril, com a Justiça avaliando as implicações de cada acusação e a possibilidade de eventual pena de morte, conforme andamento do processo.
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