- Operação do Ministério Público do Rio de Janeiro mira a nova cúpula do jogo do bicho em Bangu; ao todo foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e a ação já foi encerrada.
- Investigação aponta que o grupo atua com exploração de jogos de azar, lavagem de dinheiro e homicídios na região nos últimos anos, com buscas por documentos, máquinas caça-níqueis, equipamentos de bingo clandestino e armas.
- A liderança é atribuída a Marcos Paulo Moreira da Silva, conhecido como “Marquinho Sem Cérebro”, que já está preso; ele teria ganhado espaço na estrutura após a morte do bicheiro Fernando Iggnacio.
- Os fatos indicam atuação ampliada desde então, incluindo o controle de pontos de jogos ilegais e possível ligação com crimes violentos na região de Bangu a partir de 2021.
- Mandados também foram cumpridos em Senador Camará, Realengo, Recreio dos Bandeirantes e Marechal Hermes, com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) deflagrou nesta quinta-feira (30) uma operação que mira a nova cúpula do jogo do bicho em Bangu, na Zona Oeste. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. A ação já foi encerrada.
A investigação aponta que o grupo atua com exploração de jogos de azar, lavagem de dinheiro e envolve episódios de violência na região. Durante os mandados, foram recolhidos documentos, máquinas caça-níqueis, equipamentos de bingo clandestino e armas de fogo.
O líder identificado é Marcos Paulo Moreira da Silva, conhecido como Marquinho Sem Cérebro, que já está preso. Ele teria aumentado sua influência após a morte do bicheiro Fernando Iggnacio, conforme apurado.
As apurações indicam que, desde então, o grupo ampliou atividades e passou a controlar pontos de jogos ilegais, com possível ligação a crimes violentos em Bangu a partir de 2021. Os galpões ligados ao investigado ficam em Senador Camará e Bangu.
Desdobramentos da operação
Os mandados também foram cumpridos em Senador Camará, Realengo, Recreio dos Bandeirantes e Marechal Hermes. A ação contou com apoio de equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar, que atuaram de forma integrada para cumprir as ordens judiciais.
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