- Renato Rios participa da mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, no Teatro Nacional Claudio Santoro, com desenhos e pinturas a óleo.
- A exposição, produção do Metrópoles, ocorre de maio a julho no Foyer da Sala Villa-Lobos e reúne artistas da cena de Brasília.
- O artista trabalha com tinturas e extratos botânicos no ateliê, influenciando o processo criativo a partir da relação com a natureza, registrando tudo em cadernos que viram pintura.
- A trajetória do artista inclui a primeira exposição em dois mil e oito, no foyer do Cláudio Santoro; ele morou em São Paulo em busca de reconhecimento antes de retornar à capital.
- Serviço: entrada gratuita, funcionamento diário das 12h às 20h, no Foyer da Sala Villa-Lobos.
Renato Rios integra a mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, em cartaz no Teatro Nacional Claudio Santoro. A exposição, promovida pelo Metrópoles, ocorre de maio a julho e reúne vários nomes da cena local.
O ateliê de Rios funciona como laboratório onde tinturas e extratos botânicos influenciam o processo criativo. Ele revela que a relação com a natureza inspira as obras, que começam em cadernos e evoluem para pinturas a óleo.
A produção de Rios tem raízes familiares; ele cita a bisavó, médica popular, que fazia garrafadas. Essa herança orienta a prática de transformar plantas em referências visuais.
A trajetória do artista inclui Brasília como eixo afetivo. Sua primeira exposição foi em 2008, no foyer do Teatro Cláudio Santoro, na capital. Na época, ele enfrentou desafios no espaço público cultural.
Serviço
Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília ocorre de maio a julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. Funcionamento diário das 12h às 20h, com entrada gratuita.
Entre os participantes estão nomes como Andre Santangelo, Camila Soato, Davi Almeida, Desirée Feldmann, Karina Dias, Samantha Canovas, Renato Rios e outros. A mostra propõe diálogo entre diferentes gerações e linguagens.
A iniciativa fortalece a cena cultural de Brasília, apresentando a cidade como organismo vivo e diverso, com múltiplas perspectivas sobre a produção artística contemporânea.
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