- 81% dos viajantes brasileiros consideram mais interessante ir a lugares não explorados por amigos ou redes sociais, e 84% buscam destinos fora do roteiro comum.
- O Chile aparece como favorito para o inverno de 2026, com Santiago como porta de entrada, mas muitos planejam explorar regiões menos lotadas, como a Patagônia Chilena.
- Rosário, na Argentina, surge como destino menos óbvio para quem busca tranquilidade, vinhos e boa gastronomia.
- O custo entra como fator decisivo: destinos com melhor custo-benefício atraem mais viajantes; 20% pretendem combinar vários destinos e escolher acomodações mais baratas.
- Agosto é apontado como o período com os melhores preços de passagens, já que 40% dos viajantes preferem viajar na baixa temporada após o pico de julho; guia da Skyscanner auxilia no planejamento.
O Skyscanner aponta uma mudança de comportamento entre viajantes brasileiros na temporada de inverno de 2026. Dados indicam que 81% consideram mais interessante ir a destinos ainda não explorados por amigos e redes sociais, buscando novas experiências. Paralelamente, 84% preferem locais fora do roteiro comum, longe das opções mais conhecidas.
Essa inclinação favorece destinos autênticos e planejamento orientado por custo, flexibilidade e diferenciação. O estudo também reforça motivações e dificuldades de quem planeja viagens, com foco em opções que tragam melhor relação entre gasto e benefício.
A empresa lançou um Guia para aproveitar as férias de inverno, com ferramentas para encontrar os melhores dias para viajar, além de listas de destinos e sugestões de economia. O objetivo é facilitar a escolha de roteiros menos óbvios sem abrir mão da qualidade.
Destaque regional: Chile e atrativos menos tradicionais
Entre os destinos mais procurados para o inverno, o Chile desponta como favorito, especialmente Santiago como porta de entrada. Muitos viajantes passam pela capital para acessar regiões menos lotadas em seguida, reduzindo a concentração de pessoas.
A Patagônia Chilena surge como alternativa para quem evita áreas turísticas tradicionais. A região recebe viajantes que priorizam tranquilidade e menor movimento, com acesso comum por meio de Santiago até Balmaceda, Punta Arenas ou Puerto Natales, ou via estrada.
Opções domésticas e custo relativo
Entre viajantes que buscam destinos nacionais, cidades como Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife aparecem como escolhas para o inverno, com passagem aérea média próxima a R$ 800, R$ 1.335 e R$ 1.212, respectivamente. Essas informações ajudam no planejamento de viagens com menor impacto financeiro.
Rosário, na Argentina, destaca-se como destino menos óbvio para quem prefere clima similar ao sul do Brasil e ambiente mais tranquilo que Buenos Aires. A cidade vem atraindo visitantes interessados em vinhos e gastronomia locais, com acesso frequente a partir de capitais próximas.
Planejamento e economia ganham peso
O estudo reforça que o custo-benefício é um fator decisivo na busca por destinos. Consumidores atuais tendem a escolher opções que ofereçam melhor relação entre preço e experiência. Além disso, 20% dos viajantes avaliam combinar múltiplos destinos na mesma viagem para reduzir custos e simplificar o planejamento.
Para viagens tanto nacionais quanto internacionais, o guia indica que agosto costuma oferecer as melhores tarifas, alinhando-se ao comportamento de quem prefere viajar na baixa temporada após julho.
Perspectivas para o inverno de 2026
Especialistas do Skyscanner indicam que o movimento de busca por roteiros menos óbvios deve se manter nas próximas temporadas, priorizando autenticidade e decisões financeiras mais estratégicas. A orientação é manter flexibilidade de datas e destinos, monitorar preços e verificar orientações atualizadas antes de reservar.
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