- Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata Norte estão em alerta vermelho, após chuvas intensas nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, causando alagamentos em várias cidades.
- Rios Capibaribe Mirim e Capibaribe correm risco de inundação; o rio Tiuma transbordou e as chuvas devem seguir até sábado, 2 de maio de 2026.
- Principais volumes de chuva registrados: Goiana 209 mm; Abreu e Lima 203 mm; Paulista 197 mm; Olinda 189 mm; Camaragibe 186 mm.
- Timbaúba decretou situação de emergência; houve 110 mm de chuva na região, 3.500 pessoas afetadas, 11 desabrigadas e 52 desalojadas.
- Em nota, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou apoio federal às autoridades locais; ministérios mobilizam a Defesa Civil Nacional e a Força Nacional do SUS para atender as vítimas.
A Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata Norte, em Pernambuco, vivenciaram chuvas intensas nesta sexta-feira 1º de maio de 2026. O volume causado alagamentos em diversas cidades, com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) decretando estado de alerta na mais alta classificação, vermelha.
Segundo a Apac, os rios Capibaribe Mirim e Capibaribe apresentam risco de inundação, e o rio Tiuma, afluente do Capibaribe-Mirim, transbordou. As previsões indicam continuidade das precipitações até sábado, 2 de maio.
Goiana (Ponta de Pedra) registrou o maior volume de chuva nas últimas horas, com 209 mm. Abreu e Lima teve 203 mm, Paulist a 197 mm, Olinda 189 mm e Camaragibe 186 mm, respectivamente, segundo a Apac.
Timbaúba, na Zona da Mata Norte, declarou situação de emergência. A Defesa Civil local informou 110 mm acumulados na região, com 3.500 pessoas atingidas, 11 famílias desabrigadas e 52 desalojadas.
Impacto e resposta
O governo federal informou apoio às autoridades locais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou ter conversado com João Campos, ex-prefeito do Recife e presidente do PSB, e com o senador Humberto Costa sobre as chuvas. O ministro Waldez Góes acionou a Defesa Civil Nacional para prestar suporte, enquanto o ministro Alexandre Padilha mobilizou a Força Nacional do SUS para atender as vítimas.
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