- A Polícia Civil de Minas Gerais apreendeu, nesta quinta-feira (30), uma carga ilegal de anabolizantes, canetas emagrecedoras e medicamentos em Belo Horizonte, avaliada em R$ 12 milhões.
- Três suspeitos foram presos: uma mulher de 48 anos e dois homens, de 22 e 31 anos, apontados como participantes do esquema de comercialização irregular.
- A investigação identificou dois locais usados pela organização: um estabelecimento no bairro Betânia, como ponto de venda, e um depósito que funcionava como centro de distribuição.
- Ao todo foram apreendidos cerca de 60 mil ampolas e frascos, além de mais de 10 mil comprimidos de várias substâncias, incluindo itens com comercialização proibida ou restrita.
- A Polícia Civil de Minas Gerais continua o caso para identificar outros envolvidos e apurar a origem e o destino dos produtos; os suspeitos foram encaminhados ao Sistema Prisional.
A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu três suspeitos e apreendeu uma carga ilegal no valor de R$ 12 milhões em Belo Horizonte, nesta quinta-feira (30). Entre os itens estão anabolizantes, canetas emagrecedoras e medicamentos. A operação busca desarticular uma rede de venda de produtos ilícitos.
Segundo a corporação, a ação visava desmantelar uma estrutura que comercializava os materiais para todo o país. Foram identificados dois locais usados pelo esquema: uma loja no bairro Betânia, na capital, e um depósito que funcionava como centro de distribuição.
- Uma mulher, de 48 anos, e dois homens, de 22 e 31, foram presos. Eles respondem pelos crimes de falsificar, corromper, vender, adulterar ou alterar produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais. Os suspeitos foram encaminhados ao Sistema Prisional.
Desdobramentos da operação
Ao todo, os agentes apreenderam cerca de 60 mil ampolas e frascos, além de mais de 10 mil comprimidos de substâncias diversas, incluídos itens com venda proibida ou restrita. As investigações seguem para identificar origem e destino dos produtos e outros envolvidos.
A PCMG mantém as apurações para esclarecer a cadeia de fornecimento e a extensão da rede criminosa. A instituição ressalta que continuará atuando para coibir a comercialização irregular de produtos farmacêuticos.
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