- Avenida Paulista registra redução de mais de 50% nos roubos, caindo de 396 para 165 ocorrências entre março e dezembro de 2025 em comparação com o mesmo período de 2024.
- A pesquisa é da Associação Paulista Viva, com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, e aponta continuidade da queda em 2026.
- A redução é atribuída à Operação Paulista Mais Segura, que reúne a Guarda Civil Metropolitana, câmeras do programa Smart Sampa e integração com forças de segurança estaduais.
- Na região da Paulista, a operação envolve mais de 390 agentes da GCM, 52 câmeras, com apoio da Polícia Militar, funcionando 24 horas por dia.
- Além da melhoria de números, há mudança de hábitos, com mais pessoas usando celular na rua e mulheres retomando atividades noturnas; ainda há variação na percepção de segurança e o desafio de ampliar a estratégia para outros pontos da cidade.
A Avenida Paulista registrou uma queda superior a 50% no número de roubos nos últimos meses, segundo levantamento da Associação Paulista Viva com dados da Secretaria de Segurança Pública. A pesquisa analisa o período de março a dezembro de 2025, comparando com o mesmo intervalo de 2024.
Entre os números, os registros de roubo caíram de 396 para 165 ocorrências na comparação 2025 versus 2024. A tendência de melhoria se mantém em 2026, fortalecendo a percepção de maior segurança na via.
A queda está associada à Operação Paulista Mais Segura, que reúne a Guarda Civil Metropolitana, monitoramento por câmeras do programa Smart Sampa e ações conjuntas com a Polícia Militar. Na região da Paulista, mais de 390 agentes atuam e 52 câmeras estão instaladas, com apoio da SSP.
Impacto das câmeras e da operação
O monitoramento constante, 24 horas, é apontado como fator decisivo para reduzir a criminalidade. A presença de câmeras inteligentes atua tanto na prevenção quanto na dissuasão de atitudes criminosas, conforme autoridades. A operação tem mostrado resultados consistentes desde seu aniversário de um ano.
Mudança de hábitos e percepção de segurança
A melhoria nos números já altera comportamentos de frequentadores. Há mais pessoas usando o celular na mão na região e maior fluxo de atividades noturnas. O presidente da Associação Paulista Viva, Lívio Giosa, ressalta que mulheres passaram a circular mais à noite, percebendo a presença constante de agentes na rua.
Apesar dos avanços, ainda há variações de percepção entre moradores e frequentadores. Enquanto alguns relatam ambiente mais seguro, outros mantêm cautela. O desafio permanece expandir a estratégia para além do centro, evitando deslocamento da criminalidade para outras áreas.
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