- A gestante Rachael Simba, de 28 anos, da região de Kilimanjaro, na Tanzânia, teve quadrigêmeos após achar que seria mãe de trigêmeos.
- Os quatro bebês nasceram em 22 de abril, com 31 semanas e dois dias de gestação, por cesárea no Kilimanjaro Christian Medical Center.
- As crianças nasceram prematuras e foram encaminhadas à UTI Neonatal devido ao baixo peso ao nascer; dois gêmeos dividiam o mesmo saco gestacional.
- Os recém-nascidos pesaram entre 998 gramas e 1,9 quilos, e a mãe não tem conseguido ficar de pé sem ajuda, dependendo de suporte médico.
- A família busca apoio público para arcar com custos médicos e estima que a internação possa durar mais de um mês, conforme evolução dos quadros.
Rachael Simba, 28, da região de Kilimanjaro, na Tanzânia, entrou em parto de surpresa ao dar à luz quatro bebês, ao invés dos trigêmeos que esperava. A ocorrência ocorreu no Kilimanjaro Christian Medical Center (KCMC) em 22 de abril, por meio de cesárea. Todos os recém-nascidos ficaram na UTI Neonatal devido ao baixo peso.
A gestação começou com orientação a repouso desde o terceiro mês. Aos seis meses, foi informada de que os filhos seriam gêmeos e, posteriormente, descobriu-se a gravidez de trigêmeos. O quadro evoluiu para quadríĝemeos durante a cirurgia.
Dois bebês nasceram em sacos gestacionais compartilhados, enquanto os outros dois tinham sacos separados. Os pesos variaram entre 998 g e 1,9 kg, com um dos bebês pesando 1,27 kg. A gravidade do quadro levou a internação prolongada na UTI.
Detalhes médicos e estado atual
O obstetra Gedion Edward informou que a equipe do KCMC acompanhou a parturiente desde a internação. A chance de uma mulher ter quadrigêmeos é estimada em cerca de 1 em 6 mil, segundo o médico. A mãe não consegue ficar em pé sem ajuda.
Segundo Secilia Jonathan, enfermeira do plantão, o parto ocorreu após dilatação de 3 cm, e a cesariana foi indicada devido ao risco associado a gestações com mais de dois fetos. As famílias dependem de apoio financeiro para cobrir custos médicos.
A mãe solicita apoio público para arcar com itens como oxigênio, maturação pulmonar, leite e exames. Os bebês podem permanecer internados por mais de um mês, dependendo da evolução clínica. O hospital informou que a alta depende do quadro de cada bebê.
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