- Chuvas no Grande Recife e na Zona da Mata deixaram 1.906 desabrigadas, 1.094 desalojadas e cerca de 2.190 pessoas tendo que abandonar as casas.
- O total de mortes subiu para seis, incluindo um homem de 34 anos em São Lourenço da Mata; outras vítimas ocorreram em Olinda, Recife e Beberibe.
- 525 pessoas foram resgatadas em ocorrências críticas, e 18 seguem sob monitoramento médico após os resgates.
- A governadora Raquel Lyra informou que mantém contato com o governo federal para envio de mantimentos e recursos, além de solicitar apoio para o relatório de inventário de danos e decreto de emergência.
- Goiana, na Zona da Mata Norte, é uma das mais afetadas, com 146 desabrigados e quase mil desalojados.
O Grande Recife e a Zona da Mata continuam sob alerta após chuvas que iniciaram na sexta-feira. O governo estadual atualiza o balanço de vítimas e desabrigados, com 1.906 pessoas desabrigadas até o momento. A Defesa Civil também confirmou 525 resgates em ocorrências críticas provocadas pelo temporal.
O número de mortes subiu para seis com o resgate de um homem de 34 anos em São Lourenço da Mata. Em Olinda, uma jovem de 20 anos e o bebê de 6 meses morreram soterrados no bairro do Passarinho. Em Dois Unidos, Recife, uma família perdeu a mãe e o filho de 6 anos após o desabamento de uma barreira.
Ao todo, 2.190 pessoas deixaram suas casas por risco de desmoronamentos. Destas, 1.094 permanecem desalojadas, ou seja, temporariamente afastadas das residências. Goiana, na Zona da Mata Norte, figura entre as cidades mais impactadas, com 146 desabrigados.
Em coletiva realizada neste sábado, a governadora Raquel Lyra informou que mantém contato direto com o governo federal para viabilizar mantimentos, apoio financeiro e assistencial. A atuação federal inclui compras de alimento, colchões e demais suprimentos.
A governadora explicou que a decretação de situação de emergência facilita o levantamento de danos e a busca por investimentos. A Secretaria Nacional de Defesa Civil participa das atividades, oferecendo apoio logístico e técnico para o inventário de danos.
Além das mortes, 18 pessoas foram socorridas e permanecem sob monitoramento médico após resgates realizados por equipes do Corpo de Bombeiros. As autoridades mantêm o acompanhamento das áreas de maior alagamento e o planejamento de medidas de resposta.
A Defesa Civil recomenda que moradores de áreas de risco permaneçam atentos a novos avisos e sigam as orientações de abrigo temporário. As equipes seguem trabalhando para ampliar pontos de apoio e acelerar a reconstrução das regiões atingidas.
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