- O avião monomotor saiu de Teófilo Otoni, fez parada em Belo Horizonte e seguia para São Paulo.
- O piloto Wellington Oliveira, de 34 anos, e o passageiro Fernando Moreira Souto, de 36, morreram no local.
- O empresário Leonardo Berganholi, de 50 anos, morreu no hospital; seu filho Arthur Schaper Berganholi, de 25, estava a bordo e ficou gravemente ferido.
- Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53 anos, também ficou gravemente ferido e foi levado ao Hospital João XXIII, junto com Arthur.
- A aeronave é um EMB-721C, fabricado em 1979, com capacidade para até cinco passageiros; não possuía autorização de táxi aéreo, segundo a Anac, permitindo apenas operações não comerciais.
O acidente aéreo ocorrido em Belo Horizonte deixou três mortos e duas pessoas gravemente feridas. A aeronave saiu de Teófilo Otoni, com parada em Belo Horizonte e seguia para São Paulo. O motivo do acidente ainda está sendo apurado, e a aeronave bateu em um prédio residencial no estacionamento da edificação.
No local, morreram o piloto Wellington Oliveira, 34 anos, e Fernando Moreira Souto, 36. Os dois estavam a bordo e não resistiram. No hospital, o empresário Leonardo Berganholi, 50, veio a falecer nesta segunda-feira. Seu filho, Arthur Schaper Berganholi, 25, também estava na aeronave e foi levado em estado grave ao Hospital João XXIII, junto com Hemerson Cleiton Almeida Souto, 53.
Detalhes da aeronave e operações
Conforme registro da Anac, o avião é um modelo EMB-721C, fabricado em 1979. A aeronave tem capacidade para até cinco passageiros, além do piloto, e peso máximo de decolagem de 1.633 kg. Não havia autorização para operação de táxi aéreo, conforme informou a ANAC, o que implica uso não autorizado para transporte comercial.
A queda ocorreu no estacionamento do prédio. O piloto comunicou à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que enfrentava dificuldades na decolagem, antes do acidente. As causas exatas permanecem sob investigação pelas autoridades competentes.
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