- O piloto Wellington Oliveira declarou mayday, emergência grave, antes de a aeronave perder potência e colidir com um prédio em Belo Horizonte.
- Duas pessoas morreram e outros três ocupantes foram resgatados e levados ao hospital.
- A aeronave decolou do aeroporto da Pampulha, vinha de Teófilo Otoni e havia parado na capital mineira para desembarque de duas passageiras.
- Testemunhas e a investigação indicam que houve dificuldade de subida já na decolagem; o acidente ocorreu cerca de seis quilômetros da pista.
- O avião é modelo NEIVA EMB-721C, matrícula PT-EYT, fabricado em 1979, operado por empresa de internet de Teófilo Otoni e havia passado por transferência de propriedade.
O piloto Wellington Oliveira, 34, declarou emergência grave, usando a expressão mayday, antes de a aeronave colidir com um prédio em Belo Horizonte nesta segunda-feira, 4 de maio. A arquitetura do acidente ocorreu pouco depois da decolagem do aeroporto da Pampulha, no bairro Calafate, com destino a São Paulo.
A aeronave havia saído de Teófilo Otoni (MG) e havia feito parada na Pampulha para desembarcar duas passageiras. Oliveira e um passageiro morreram; três ocupantes foram resgatados e levados ao hospital, sem confirmação de estado de saúde no momento.
Segundo a NAV Brasil, a torre de controle reforçou o acionamento de equipes de emergência assim que recebeu o mayday. O auxílio não impediu a queda, mas acelerou a mobilização de socorro e combate a incêndio no local.
Dados da ANAC indicam que a aeronave é um NEIVA EMB-721C, fabricada em 1979, com matrícula PT-EYT. O veículo pertence a uma empresa de Teófilo Otoni e operava como voo privado, não táxi aéreo, segundo a polícia civil.
Relatos de testemunhas indicam que houve dificuldade de subida já na decolagem, com perda de altitude antes de planar entre prédios. Imagens da TV Globo mostram a aeronave atingindo a lateral de um edifício na rua Ilacir Pereira Lima, no bairro Silveira, a cerca de seis quilômetros da pista.
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