- São João da Mata, no Sul de Minas, tem 120,536 km² e cerca de 2.914 habitantes (IBGE, 2022), com expectativa de pouco mais de 3 mil em 2025, e foi fundada em 1962.
- Não registra homicídios há 38 anos; o último ocorreu em abril de 1988, em um caso envolvendo um casal.
- Aproximadamente 40% dos moradores atuais não tinham nascido na época do último homicídio, o que reforça a percepção de paz na cidade.
- A segurança é sinalizada pela prática comum de deixar casas e carros abertos, e pela proximidade entre moradores e polícia, segundo dados da Sejusp.
- A cidade registra, em média, cerca de 40 ocorrências por ano; nos últimos dez anos foram contabilizados 190 furtos e 206 roubos. O sargento Marcelo Reis destaca a importância da relação entre população e autoridades.
São João da Mata, no Sul de Minas, é uma cidade pacata cuja rotina prioriza a convivência comunitária e hábitos de segurança. Fundada em dezembro de 1962, a cidade ocupa 120,536 km², sendo grande parte rural, com 14 bairros e quatro setores urbanos. O censo de 2022 do IBGE aponta 2.914 habitantes; a projeção para 2025 é de pouco mais de 3 mil.
A cidade não registra homicídios há 38 anos, com o último caso ocorrido em 1988 envolvendo um casal. Essa memória é compartilhada por moradores mais antigos, em meio a uma população atual de quem nasceu após aquele período. A ausência de violência é citada como parte da identidade local.
A prática de manter portas e veículos abertos é comum entre os moradores, que reconhecem a proximidade entre comunidade e polícia como fator de segurança. Dados da Sejusp e do TJ indicam média anual de cerca de 40 ocorrências, incluindo furtos e roubos, na última década.
Economia e segurança local
A baixa incidência de crimes influencia a economia, gerando demanda reduzida por serviços de chaveiro. Em geral, moradores recorrem a cidades vizinhas ou a profissionais ambulantes para emergências desse tipo. A coesão social é apontada pelas autoridades como principal elemento de proteção da cidade.
O policiamento é marcado pela relação próxima entre vizinhos e tropas. Segundo o sargento responsável pelo município, a comunidade costuma buscar a polícia quando há necessidade de informações ou demandas, o que fortalece a sensação de segurança e facilita ações preventivas.
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