- Jonathan Rinderknecht, de 29 anos, é acusado de iniciar o incêndio mortal em Palisades, que começou no sete de janeiro de dois mil e vinte e cinco e matou doze pessoas; houve um fogo anterior não detectado.
- O julgamento está marcado para começar em oito de junho, com a acusação mantendo a versão de que ele iniciou o incêndio.
- Os procuradores anexaram um memo pré-julgamento, de vinte e nove de abril, que detalha o estado mental do réu na noite anterior ao primeiro fogo.
- Testemunhas de Uber disseram que Rinderknecht dirigia de forma errática, estava “angustiado, intenso” e reclamava de estar “pissed off at the world”; ele também mencionou Luigi Mangione.
- A defesa, representada pelo advogado Steve Haney, nega a culpa e afirma que o réu é usado como bode expiatório; o chefe dos bombeiros pediu estudo independente sobre a condução do incidente.
Jonathan Rinderknecht, de 29 anos, é acusado de iniciar o incêndio que devastou as áreas de Pacific Palisades e Malibu, na Califórnia, em janeiro de 2025. O fogo provocou 12 mortes e destruição widespread. O réu nega as acusações.
De acordo com documentos do ministério público, o fogo começou em 1º de janeiro, ficou oculto em sistemas radiculares e reapareceu no dia 7, alimentando a devastação. A defesa sustenta que Rinderknecht é alvo de responsabilização indevida.
Os investigadores afirmam que Rinderknecht dirigia de forma irregular em Uber na véspera do incêndio. Passageiros o descreveram como irritado, intenso e a reclamar de um mundo que estaria furioso.
Segundo os autos, o réu teria falado de Luigi Mangione, acusado de crime contra o CEO da UnitedHealthcare, além de mencionar capitalismo e vigilantismo. Em depoimento, ele teria ligado o motivo ao ressentimento com a riqueza.
Rinderknecht afirma que não cometeu o crime. A defesa apontou depoimento de bombeiro que encerrou hotspots no dia 2 de janeiro. O advogado de defesa pediu a libertação do cliente.
A reação da Justiça incluiu a designação de novo relatório independente solicitado pelo chefe dos bombeiros. Dois pontos de disputa envolvem versões divergentes de testemunho entre os bombeiros.
O julgamento está marcado para 8 de junho. A promotoria sustenta que o histórico de comportamento do acusado aponta para a autoria do fogo inicial e posterior. A defesa contesta a linha arguida pela acusação.
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