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Grávida empregada doméstica é agredida pela patroa no Maranhão

Doméstica grávida agredida por patroa no MA; anel encontrado e polícia mira prisão preventiva da acusada

imagem colorida de doméstica grávida agredida por patroa no maranhão
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  • Samara Regina, de 19 anos, gestante de seis meses, foi agredida pela patroa em Paço do Lumiar, no Maranhão, no dia 17 de abril, após ser acusada de furtar uma joia.
  • Durante as agressões, um amigo da patroa desferiu coronhadas e a vítima recebeu tapas; Samara disse temer pela própria vida e pelo bebê.
  • O anel foi encontrado no cesto de roupas sujas da patroa; a acusada alegou que a joia estaria entre as roupas.
  • A doméstica tem recebido ameaças desde que o caso veio a público, o que a deixou insegura em relação à própria vida e à segurança do filho.
  • Áudios encontrados pela polícia mostram a patroa relatando as agressões e dizendo ter contado com a ajuda de um amigo armado; o delegado pediu a prisão preventiva da acusada e encaminhará o caso à corregedoria para apurar suposta proteção a menores.

O caso ocorreu no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA). No dia 17 de abril, Samara Regina, de 19 anos, — gestante de seis meses — afirma ter sido agredida pela patroa, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, após ser acusada de ter furtado uma joia.

Segundo Samara, a doméstica foi obrigada a se ajoelhar enquanto um amigo da patroa desferia coronhadas e a patroa a batia com tapas. Ela relatou que, diante da insistente busca pela joia, a pressão aumentou e houve ameaça de levar a gestante para um local isolado.

Anel encontrado e ameaças

A jovem explicou que a joia apareceu no cesto de roupas sujas da patroa, após desconfiança de que a doméstica a teria escondido entre as roupas. Ao longo do episódio, Samara diz ter recebido constantes ameaças e estar insegura quanto à sua proteção após a repercussão do caso.

Durante as investigações, a polícia localizou áudios em que a patroa narra as agressões a um grupo de amigos pelo WhatsApp. Nesses relatos, ela menciona o uso de apoio de um amigo armado para colocar a vítima de joelhos e manter a ameaça.

O delegado Walter Wanderley, da 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, informou que encaminhará o nome de um policial que supostamente “acobertou” o caso à corregedoria. Também informou que solicitará a prisão preventiva de Carolina.

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