- Um policial foi içado de helicóptero para um rio na África do Sul, com crocodilos, para tentar recuperar restos humanos de um empresário arrastado pela cheia.
- O crocodilo suspeito tinha 4,5 metros e 500 quilos; restos e sapatos foram encontrados dentro dele, e o DNA será utilizado para confirmar a identidade.
- A operação contou com drones e helicópteros; o veículo da vítima ficou preso em uma ponte alagada no rio Komati e, ao chegar, estava vazio.
- Devido à presença de outros crocodilos, hipopótamos e rochas, não houve como usar barco ou canoa; Potgieter afirmou que só houve confirmação de morte ao prender o animal.
- O chefe interino da polícia elogiou a coragem de Potgieter, caracterizando a missão como altamente perigosa e complexa, e disse que o objetivo é trazer encerramento às famílias.
O policial Cape Potgieter conta como foi a operação para recuperar restos humanos de um crocodilo em o rio Komati, na África do Sul. A ação envolveu mergulho de helicóptero até uma ilha com presença de crocodilos, com o objetivo de chegar ao animal suspeito de ter devorado um empresário arrastado pela cheia.
A missão começou após o carro da vítima ficar preso em uma ponte submersa. Ao chegar ao local, os investigadores usaram drones e helicópteros para localizar a ilha onde o crocodilo estava. Havia também hipopótos e rochas, o que aumentou o risco da retirada.
O crocodilo, estimado em 4,5 metros e 500 kg, foi abatido pelos colegas de Potgieter antes do mergulho. O oficial informou que o animal girou de costas, parecia morto, mas voltou a ficar de lado e nadou um pouco rio acima, tornando a remoção delicada.
Não foi possível usar barco ou canoa devido aos riscos. A operação envolveu o downdraft do helicóptero, que afastou outros crocodilos e ajudou na retirada. Partes do corpo e sapatos foram encontrados dentro do réptil, ainda sem confirmação de identidade.
O comissário interino de polícia elogiou a bravura de Potgieter, descrevendo a missão como extremamente perigosa e complexa. O mergulhador disse que só teve certeza da morte do animal ao prender a corda ao redor dele.
Potgieter, veterano da unidade de mergulho da Polícia Civil, afirmou que, mesmo sem comunicação com o piloto, insistiu no plano para evitar falhas. A identidade dos restos ainda será confirmada por testes de DNA.
Segundo a News24, os familiares da vítima ficaram sabendo do desfecho apenas após ver o vídeo divulgado na imprensa. Potgieter participou da operação sem histórico anterior de missões semelhantes.
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