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Vídeo mostra mulher agredindo atendente de drive-thru após erro em pedido no DF

Huíla Borges Klanovichs, analista de RH do UNODC, agride atendente de drive-thru em Brasília após erro no pedido; caso é registrado como lesão corporal e sob investigação policial

Fast food fica localizado na região da Asa Norte, em Brasília
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  • No dia 1º de maio, na região da Asa Norte, em Brasília, uma mulher agrediu uma atendente em um drive-thru de uma lanchonete após suposto erro no pedido.
  • A agressora foi identificada como Huíla Borges Klanovichs, de 35 anos, analista de recursos humanos do UNODC, órgão da ONU.
  • Imagens de câmeras de segurança obtidas pela CNN Brasil mostram o momento da agressão, com dois tapas desferidos no rosto da vítima.
  • A Polícia Militar do Distrito Federal confirmou os fatos após análise das imagens; a mulher inicialmente negou as agressões.
  • O UNODC afirmou que vai apurar o caso e que a funcionária foi colocada em licença durante as investigações; o caso está registrado como lesão corporal na 2ª Delegacia de Polícia.

Uma analista de recursos humanos identificada como Huíla Borges Klanovichs foi flagrada agredindo uma atendente em um drive-thru de uma lanchonete na Asa Norte, em Brasília. O episódio ocorreu na madrugada de 1º de maio, Dia do Trabalhador, conforme registro da Polícia Civil do Distrito Federal. A agressão teve como motivação alegada um erro no pedido.

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, as imagens de câmeras de segurança foram usadas para confirmar o ocorrido, após a primeira negativa da suspeita. Em seguida, a verificação das imagens indicou que a funcionária foi atingida com dois tapas no rosto. O drive-thru fica na região norte de Brasília.

O caso é apurado pela 2ª Delegacia de Polícia, que abriu inquérito para confirmar as circunstâncias da agressão, enquadrando o ato como lesão corporal. A defesa da vítima ainda não foi localizada pela reportagem. A CNN Brasil teve acesso às imagens, mas não conseguiu reunir o posicionamento da defesa da acusada.

Resposta institucional e desdobramentos

O UNODC informou que vai avaliar o caso por meio de um órgão investigativo independente. A funcionária envolvida foi colocada em licença preventiva enquanto as investigações avançam. A organização reiterou que não tolera violência e frisou que todos os colaboradores devem cumprir normas internas.

A Polícia Militar confirmou que o incidente foi registrado como lesão corporal e que as apurações seguem sob a responsabilidade da 2ª DP. O material de monitoramento foi encaminhado para análise, contribuindo para o esclarecimento dos fatos. O espaço para defesa da acusada permanece sem posicionamento divulgado.

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