- Vencedor do concurso público para o Parque Municipal do Bixiga, em São Paulo, foi o projeto assinado pelo arquiteto Antônio Roberto Zanolla, do escritório Democratic Architects, anunciado na última segunda-feira.
- A proposta apresenta uma passarela-deque, arquibancada integrada ao terreno, áreas de convivência e espaços para atividades físicas, contemplativas e esportivas, em uma área de 11,1 mil metros quadrados.
- Entre os elementos estão bosque agroecológico, anfiteatro aberto, parquinho infantil, áreas para animais de estimação, quadras e espaços multiuso, com pavimentação permeável e acessibilidade por rampas.
- A comissão julgadora incluiu profissionais como Vinícius Hernandes de Andrade e Luciana Bongiovanni Martins Schenk, que avaliaram originalidade, sustentabilidade e integração ao contexto histórico local; três projetos foram premiados (valores de R$ 130 mil, R$ 60 mil e R$ 40 mil).
- A homologação do resultado está prevista para o dia 17 de maio; o concurso é promovido pela Prefeitura de São Paulo, pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, e organizado pelo IAB-SP.
O vencedor do concurso público para o Parque Municipal do Bixiga, na região central de São Paulo, foi divulgado na segunda-feira, 4 de maio. A proposta prioriza a renaturalização de um córrego, com passarela-deque e áreas de convivência.
O escritório responsável é o Democratic Architects, liderado pelo arquiteto Antônio Roberto Zanolla. A ideia contempla uma área de 11,1 mil m² com uma estrutura integrada à natureza e opções para atividades diversas.
A homologação do resultado está prevista para 17 de maio. Ao todo, três projetos foram premiados com 130 mil, 60 mil e 40 mil reais, respectivamente, a serem desenvolvidos em etapas.
Entre os elementos do projeto vencedor estão bosque agroecológico, anfiteatro aberto, áreas para animais de estimação, parquinho infantil, quadras e espaços multiuso, além de pavimentação permeável e acessibilidade por rampas.
A comissão julgadora contou com o arquiteto Vinícius Hernandes de Andrade e a professora Luciana Bongiovanni Martins Schenk, que avaliaram critérios de originalidade, sustentabilidade e integração ao contexto histórico local.
O projeto retrata arquitetura, paisagismo e urbanismo voltados à renaturalização do entorno do córrego, visando a reconfiguração do ecossistema local sem alterar o funcionamento urbano da região.
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