- O pompoarismo fortalece a musculatura vaginal, melhora o tônus e aumenta a percepção corporal, beneficiando a saúde pélvica e a vida íntima.
- O foco é a qualidade da experiência sexual, ampliando o autoconhecimento e a satisfação de quem pratica e do parceiro.
- Pode ajudar na gestação e no parto ao fortalecer o assoalho pélvico, oferecendo melhor suporte e menor risco de lacerações, além de facilitar a recuperação no pós-parto.
- Na menopausa, o pompoarismo ajuda a manter os órgãos pélvicos, melhora a função urinária e a vida sexual, diante das mudanças hormonais.
- Para começar, identifique a musculatura do assoalho pélvico, faça contrações de aproximadamente cinco segundos seguidas de relaxamento por igual tempo, 8 a 10 repetições, duas a três vezes ao dia; existem variações de resistência e uso de acessórios com orientação especializada.
O pompoarismo vem ganhando espaço como aliado da saúde íntima feminina. Os efeitos aparecem gradualmente, beneficiando a saúde pélvica, a vida íntima e a experiência sexual.
Segundo a ginecologista Madalena Oliveira, a prática fortalece a musculatura vaginal, melhora o tônus e aumenta a sensibilidade durante o sexo. O controle de contração e relaxamento contribui para o prazer.
Para a professora de pós-graduação em ginecologia da Afya Vitória, o foco principal é a qualidade da experiência sexual. A técnica amplia o repertório íntimo e fortalece a conexão com o próprio corpo.
Benefícios ao longo da vida
Na gestação e no pós-parto, o pompoarismo pode fortalecer o assoalho pélvico, favorecendo o trabalho de parto e a recuperação. A especialista afirma que o suporte muscular reduz o risco de lacerações durante o parto normal.
Esse preparo também facilita a recuperação após o parto, mantendo a musculatura condicionada. Em fases como a menopausa, a prática ganha relevância ao ajudar a manter a saúde dos órgãos pélvicos.
Como iniciar a prática
Para começar, vale identificar a musculatura do assoalho pélvico. Um método prático é observar a interrupção do jato urinário apenas como referência, sem realizar o movimento durante a micção.
O exercício básico consiste em contrair por cerca de cinco segundos e relaxar pelo mesmo tempo, repetindo de 8 a 10 vezes, duas a três vezes ao dia. Com o tempo, as durações podem aumentar gradualmente.
Existem variações de resistência, como pressionar delicadamente as pernas uma contra a outra durante a contração. A prática também pode contar com acessórios, como bolinhas terapêuticas, sempre com orientação especializada.
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