- Justiça concedeu efeito suspensivo à Ypê, liberando a retomada da fabricação dos produtos interditados pela Anvisa.
- Mesmo com a decisão favorável, a Anvisa mantém a orientação para que consumidores não usem os itens, especialmente dos lotes com final 1.
- Os produtos possivelmente contidos foram retirados das prateleiras pela manhã e envolveu detergentes, sabão líquido para roupas e desinfetantes.
- A fiscalização, feita em parceria com vigilâncias de São Paulo e Amparo, identificou falhas em etapas críticas, incluindo controle de qualidade e garantia sanitária, configurando descumprimento das Boas Práticas de Fabricação.
- A avaliação técnica indicou risco sanitário; a liminar não altera o entendimento técnico da Anvisa, e a empresa volta a produzir e vender até o processo ser concluído.
A Justiça concedeu efeito suspensivo à Ypê nesta sexta-feira (8) e liberou a retomada da fabricação dos produtos interditados pela Anvisa. A determinação não altera, porém, a orientação da agência para que consumidores não usem os itens.
Os detergentes, sabão líquido para roupas e desinfetantes da marca, possivelmente contidos, foram retirados de supermercados ao longo desta manhã. O recolhimento atingiu todos os lotes com final 1.
A ação da Anvisa ocorreu após inspeção conjunta com vigilâncias sanitárias de São Paulo e Amparo. Foram identificadas irregularidades em etapas críticas da produção, incluindo falhas nos sistemas de qualidade e garantia sanitária.
Medidas e continuidade do processo
A Anvisa informou que as falhas representam descumprimento das Boas Práticas de Fabricação e podem levar à contaminação microbiológica. A avaliação técnica apontou risco sanitário, motivando ações cautelares.
Com a decisão judicial, a Ypê volta a produzir e vender os itens, durante a análise do processo. A Anvisa ressalta que a liminar não altera o entendimento técnico sobre os riscos identificados na inspeção.
Consumidores que possuem produtos dos lotes afetados devem interromper o uso e buscar orientações junto ao atendimento da empresa. As autoridades permanecem em monitoramento.
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