- A defesa de Laís Gabriela Barbosa da Cunha, de 27 anos, afirma que ela foi diagnosticada em 2023 com transtorno psicótico agudo e transitório não especificado.
- O episódio ocorreu no salão de beleza na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, no dia 5 de maio, quando Laís tentou esfaquear o cabeleireiro Eduardo Ferrari com uma faca de cozinha; a tentativa foi contida pelos seguranças.
- A defesa diz que Laís interrompeu o uso de medicamentos por hepatite medicamentosa e afirma que a mulher já havia sido vítima de assalto nas proximidades do terminal rodoviário da Barra Funda, justificando portar a faca.
- Segundo a defesa, Laís ficou insatisfeita com o corte, houve troca de mensagens com a equipe do salão, que afirmou não ser possível dar continuidade pelo canal de WhatsApp, o que, na visão da defesa, não justifica a agressão.
- O caso foi registrado como lesão corporal, ameaça e autolesão no 91º Distrito Policial; o cabeleireiro sofreu um pequeno golpe nas costas.
O que aconteceu: uma mulher tentou esfaquear um cabeleireiro com uma faca de cozinha em um salão de beleza na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, no dia 5 de maio. O crime ocorreu durante atendimento, quando a cliente tirou a faca da bolsa e atingiu as costas do profissional que atendia outra cliente. Seguranças evitaram o ato.
Quem está envolvido: a vítima é o cabeleireiro Eduardo Ferrari. A suspeita é Laís Gabriela Barbosa da Cunha, 27 anos, que já teve desfechos envolvendo atendimento no mesmo salão. De acordo com a defesa, Laís havia buscado continuidade do serviço, mas ficou insatisfeita com o resultado e houve desentendimentos.
Quando e onde: o episódio ocorreu em um salão na Barra Funda, na terça-feira anterior ao dia 5 de maio, conforme relatado pela equipe do espaço. Imagens de câmeras registraram o momento em que a cliente conversa com o cabeleireiro, vira de costas e, em seguida, integra a ação violenta sem que haja provocação imediata após o diálogo.
Por quê: a defesa sustenta que Laís tem diagnóstico de transtorno psicótico agudo não especificado, com atualização recente de tratamento interrompido por hepatite medicamentosa. O argumento é que a agressão decorreu de um quadro clínico e de uma tentativa de defesa diante de uma suposta agressão anterior.
Detalhes do caso e relatos oficiais
A defesa informou que Laís estava abalada pela repercussão do caso e que não houve intenção de causar dano permanente ao cabeleireiro. Segundo a defesa, a cliente portava a faca em razão de ter sido vítima de assalto próximo ao terminal da Barra Funda, para se defender em uma situação de risco.
O cabeleireiro informou, em nota, que o procedimento ocorreu há cerca de 30 dias, mas a cliente retornou insatisfeita e solicitou devolução do valor pago. Diante da negativa, a defesa afirma que a cliente passou a agir de forma agressiva e desferiu o golpe nas costas de Eduardo.
O registro policial aponta lesão corporal, ameaça e autolesão como ocorrências na 91ª Delegacia de Polícia. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias, a motivação e os antecedentes envolvendo as partes.
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