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Rosilda Sá apresenta exposição Colecionar a Permanência do Gesto em João Pessoa

Rosilda Sá abre exposição com sessenta e cinco objetos cerâmicos no Sesc Centro de Cultura, Arte e Esporte, com visitas mediadas e ação educativa, até 28 de junho

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  • A artista visual Rosilda Sá abre a exposição “Colecionar a Permanência do Gesto – Tangas, Orgânicos e Geométricos” na Galeria de Arte do Sesc, em João Pessoa, nesta quinta-feira, às 19h, com 65 objetos cerâmicos.
  • A mostra fica no Sesc Centro de Cultura, Arte e Esporte até 28 de junho, é gratuita e terá visitas mediadas semanalmente, além de ação educativa para visitantes.
  • A curadoria é de Amanda Tavares; as obras foram produzidas entre 1992 e 2003, principalmente nas séries Tangas, Orgânicos e Geométricos, algumas já exibidas no exterior (Berlim, Dresden, Bruxelas e Marselha).
  • O projeto foi selecionado por edital do Sesc da Paraíba e conta com apoio da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), do Centro de Comunicação Turismo e Artes (CCTA) e do Laboratório de Cerâmica (LABCE).
  • Rosilda Sá, nascida em 1963 em João Pessoa, é professora do curso de Artes Visuais da UFPB e coordena o LABCE; sua obra abrange cerâmica, instalações, esculturas, bordado e arte postal.

Rosilda Sá, artista visual e professora paraibana, abre nesta quinta-feira, 14, às 19h, a exposição Colecionar a Permanência do Gesto – Tangas, Orgânicos e Geométricos. A mostra acontece na Galeria de Arte do Sesc Centro de Cultura, Arte e Esporte, em João Pessoa.

Ao todo, serão 65 objetos cerâmicos reunidos na mostra, que fica em cartaz até 28 de junho. A entrada é gratuita e há visitas mediadas semanalmente, além de uma ação educativa para os visitantes. A visitação ocorre de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h.

As peças, criadas entre 1992 e 2003, pertencem às séries Tangas, Orgânicos e Geométricos. Parte dessas obras não havia sido exposta no Brasil e já foi apresentada em Berlim e Dresden (Alemanha), Bruxelas (Bélgica) e Marselha (França).

Sobre a artista

Amanda Tavares, curadora da exposição, ressalta que a cerâmica ocupa lugar central na prática de Rosilda Sá, servindo como linguagem que articula relações poéticas, visuais e conceituais. O trabalho de Rosilda dialoga com outras linguagens e práticas, mantendo o gesto manual como núcleo.

O projeto foi selecionado por meio de edital do Sesc da Paraíba e conta com o apoio da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), do Centro de Comunicação Turismo e Artes (CCTA) da instituição e do Laboratório de Cerâmica (LABCE) do Departamento de Artes Visuais. Rosilda Sá nasceu em João Pessoa, em 1963, e atua como pesquisadora e professora na UFPB, onde coordena o LABCE.

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