- Sessão de Tribunal do Júri em Cuiabá teve troca de provocações entre o advogado Cláudio Dalledone e o promotor Vinícius Gahyva Martins durante a oitiva de testemunhas.
- O momento de tensão começou quando o promotor questionou a defesa sobre “comentarista de perguntas” e o advogado afirmou que não é comentarista.
- A discussão ganhou contorno quando o promotor mencionou ter acompanhado publicações do advogado nas redes sociais; Dalledone rebateu com tom irônico: “Obrigado por me seguir”.
- O caso envolve o investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado de matar o policial militar Thiago de Souza Ruiz, em abril de 2023, em Cuiabá.
- O júri é dirigido pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, da 4ª vara Criminal de Cuiabá, e ouve testemunhas de acusação e defesa.
O Tribunal do Júri de Cuiabá ficou marcado por uma troca de provocações entre um advogado e o promotor durante a oitiva de testemunhas. O embate ocorreu enquanto o advogado explicava as perguntas que faria às testemunhas da defesa, buscando contextualizar os fatos aos jurados. O promotor interrompeu, questionando qual era a linha de perguntas e classificando a defesa como quem apenas comenta as perguntas.
A discussão ganhou contornos verbais quando o advogado rebateu o promotor, alegando manter o respeito à autoridade policial e ao cidadão jurado. Em resposta, o representante do Ministério Público mencionou ter acompanhado publicações do advogado nas redes sociais sobre o julgamento, o que levou a nova provocação entre as partes, com o advogado fazendo observação irônica sobre as redes sociais.
O caso em julgamento envolve o investigador da Polícia Civil identificado como réu, acusado de matar um policial militar em abril de 2023, na capital de Mato Grosso. Durante a sessão, foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa, incluindo delegados da Polícia Civil e pessoas que presenciaram o episódio. O júri está sob a condução do juiz Marcos Faleiros da Silva, da 4ª vara Criminal de Cuiabá.
O Caso
O júri tem como réu o investigador que é acusado pela morte do policial militar Thiago de Souza Ruiz, ocorrida em Cuiabá no mês de abril de 2023, segundo a acusação. O julgamento continua com a oitiva de diversas testemunhas, tanto da acusação quanto da defesa, para esclarecer as circunstâncias do episódio.
Durante a sessão, a defesa expôs a linha de perguntas a ser utilizada, enquanto o Ministério Público acompanhava com questionamentos adicionais. A presença de delegados da Polícia Civil e de pessoas que presenciaram a confusão foi registrada entre as testemunhas ouvidas. A organização do júri permanece sob a supervisão do magistrado da 4ª vara Criminal da capital.
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