Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Anel ligado à tortura de grávida em MA estava em cesto de roupas

Anel encontrado em cesto de roupas sujas motivou a tortura de doméstica grávida; patroa e policial militar continuam presos no Maranhão

Samara Regina, grávida agredida e torturada pela patroa no Maranhão
0:00
Carregando...
0:00
  • Em 17 de abril, Samara, grávida de seis meses, começou a trabalhar na casa da patroa em Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA).
  • A patroa Carolina Sthela chamou Samara para arrumar a residência antes da visita de um amigo, um policial militar identificado como Michael Bruno.
  • Durante as buscas pela joia, Samara foi torturada e agredida pelo policial e pela patroa; a joia foi localizada em um cesto de roupas sujas no banheiro do quarto da patroa.
  • A prisão preventiva de Carolina Sthela e do policial Michael Bruno foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, sob acusação de tortura e lesão corporal gravíssima com risco de aborto.
  • A Polícia Civil do Maranhão investiga o caso, com depoimentos da vítima e da acusada; o delegado Walter Wanderley acompanha o inquérito.

O caso ocorreu em Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA). No dia 17 de abril, Samara, grávida de seis meses, foi à casa da empregadora para mais um dia de trabalho. A patroa afirmou ter perdido um anel e acionou a busca pela residência, com a participação de um policial militar.

Durante as buscas, Samara foi submetida a agressões por parte da patroa e do policial. A joia foi localizada após insistentes buscas pela casa, em um cesto de roupas sujas no banheiro, no quarto da empresária. Samara relatou que as agressões duraram cerca de uma hora e só cessaram quando a visão de que o objeto havia sido encontrado resolveu a situação.

A vítima descreveu que só pediu ajuda após ser expulsa da residência, ao término do ataque. Na manhã seguinte, Samara concedeu entrevista a uma emissora local para relatar o ocorrido, enquanto as autoridades começavam a apurar o caso.

Patroa e policial permanecem detidos. A empresária Carolina Sthela e o policial militar Michael Bruno seguem presos no Maranhão. A investigação, conduzida pela 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, tipifica o crime como tortura e lesões corporais gravíssimas com risco de aborto.

O delegado Walter Wanderley informou que os depoimentos da vítima e da acusada já foram colhidos, e que as apurações estão em estágio inicial. Em 8 de maio, o Tribunal de Justiça do Maranhão manteve a prisão preventiva de Carolina. A autoridade também confirmou a continuidade da preventiva contra Michael Bruno.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais