- Não existe um padrão internacional único para classificar hotéis; os critérios variam conforme o país, e avaliações públicas costumam pesar mais na decisão dos hóspedes.
- Europa: a Hotelstars Union padroniza a classificação em vinte e seis países; exigências típicas incluem recepção 24 horas, concierge, estacionamento com manobrista, roupões, TV internacional e cofres nos quartos, entre outros.
- Japão: a Agência de Turismo do Japão padroniza a classificação de 1 a 5 estrelas, levando em conta serviços, instalações e hospitalidade, com destaque para o atendimento personalizado.
- Estados Unidos: convivem vários sistemas privados (Forbes Travel Guide, AAA, Michelin) sem órgão central; AAA usa o esquema de diamantes, Forbes usa estrelas.
- Brasil: o SBClass, criado em 2011 pelo Ministério do Turismo, não foi obrigatório e hoje depende de avaliações de usuários; os certificados atuais foram suspensos em 2016, com critérios que vão de 1 a 5 estrelas.
O que define um hotel 5 estrelas varia conforme o país, mas há padrões comuns: hospitalidade de alto nível, atendimento personalizado e instalações sofisticadas. A classificação é regulada por órgãos nacionais ou entidades setoriais, com inspeções periódicas.
A definição não é universal. Enquanto no Brasil a classificação passou por mudanças e ficou em aberto, na Europa existe uma padronização via Hotelstars Union, com critérios mínimos para 5 estrelas, e no Japão um sistema similar sob a supervisão do governo.
Europa
A Hotelstars Union reúne 26 países desde 2009, padronizando a classificação. Estão entre as exigências: recepção 24 horas, abertura de cama noturna, estacionamento com manobrista, concierge, serviço de bagagem e cortinas blackout. Roupões, chinelos e TV com canais internacionais também são esperados.
Japão
O Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo, por meio da Agência de Turismo do Japão, padroniza as categorias de 1 a 5 estrelas. Serviços, instalações e hospitalidade são avaliados, com destaque para atendimento personalizado e atenção aos detalhes no design dos quartos.
EUA
Nos Estados Unidos, não há órgão central único. Forbes Travel Guide, AAA e Michelin mantêm sistemas independentes de avaliação. A Forbes popularizou as estrelas, enquanto a AAA usa diamantes, variando de 1 a 5, com apenas uma pequena fração dos hotéis alcançando o máximo.
Brasil
O SBClass, criado em 2011, estabeleceu critérios nacionais para 1 a 5 estrelas. A adesão era voluntária e, hoje, o programa enfrenta dúvidas quanto à validade prática. As avaliações de usuários em sites de viagem passaram a orientar mais fortemente a escolha dos hóspedes.
#### O que mudou no SBClass
Os critérios definiram requisitos específicos por estrela, desde horários de recepção até serviços como restaurante, lavanderia e itens de conforto. O Brasil não manteve certificados ativos desde 2016, o que enfraqueceu a ligação entre o termo estrela e a classificação oficial.
A ausência de padronização única reforça a importância de consultar fontes locais e reconhecidas ao planejar hospedagem. Em muitos casos, hotéis buscam múltiplos selos para ampliar credibilidade, especialmente em rotas internacionais.
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