- Madrasta, de 42 anos, e avó paterna, de 81, foram presas na noite desta quarta-feira (13) e encaminhadas ao 50º Distrito Policial, no Itaim Paulista, em São Paulo.
- Elas já haviam admitido às autoridades que sabiam que o pai mantinha a criança acorrentada ao pé da cama. Ambos são investigados por tortura qualificada e morte da vítima.
- Chris Douglas, pai da criança, foi preso em flagrante na segunda-feira (11) pela Polícia Militar e indiciado por tortura e morte da criança.
- Na delegacia, a madrasta afirmou ter convivido com o casal por cinco anos e ter visto o menino sofrer com correntes, usadas para impedir fugas.
- A avó negou que acorrentasse o neto, dizendo que o filho, Chris, era quem fazia, e confirmou que as lesões eram associadas ao uso das correntes.
O pai da criança de 11 anos encontrado morto com sinais de tortura foi preso em flagrante na última segunda-feira pela Polícia Militar. Chris Douglas foi indiciado por tortura e morte do filho, Kratos, que vivia na Zona Leste de São Paulo.
Nesta quarta-feira (13), a madrasta de Kratos, com 42 anos, e a avó paterna, de 81, foram presas pela Polícia Civil e encaminhadas ao 50º DP, no Itaim Paulista. Ambas já tinham admitido conhecimento sobre a criança ser mantida acorrentada.
Segundo as investigações, a família confirmou que Kratos tinha correntes presas ao pé da cama para evitar fugas. Chris negou ter agredido o garoto, mas admitiu o uso das correntes. A madrasta relatou convivência de cinco anos no mesmo imóvel.
A avó afirmou que o filho, Chris, era quem prendia Kratos, negando que isso configurasse violência. A mulher disse que o menino costumava fugir e que, ao retornar, apresentava-se muito magro. Todas as três pessoas confirmaram as lesões nas pernas atribuídas ao uso das correntes.
As autoridades seguem com diligências para apurar as circunstâncias da morte e eventuais outras formas de maus-tratos. Não houve confirmação oficial de outras vítimas envolvendo a mesma residência. O estado de SP acompanha o desdobramento do caso.
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