- MC Poze do Rodo foi solto no início da tarde de quinta-feira, 14, após decisão da Justiça Federal.
- Ele foi preso no dia 15 do mês anterior no Recreio dos Bandeirantes pela Polícia Federal, na Operação Narco Fluxo, que visava movimentar R$ 1,6 bilhão.
- A desembargadora Louise Vilela Leite Filgueiras (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) revogou a prisão preventiva e impôs medidas cautelares, como a entrega do passaporte e comparecimentos mensais em juízo, além de não deixar o Rio de Janeiro por mais de cinco dias sem autorização.
- Poze deixou o presídio Joaquim Ferreira, no Complexo de Gericinó, em Bangu, escoltado pela Sepen, ao lado de familiares; ele afirmou que não tem ligação com facção.
- As investigações Narco Bet e Narco Vela apontam uso de plataformas de apostas de quotas fixas para lavar dinheiro ilícito relacionado ao tráfico internacional de drogas.
MC Poze do Rodo deixou o presídio Joaquim Ferreira, em Bangu, nesta tarde de quinta-feira. A soltura ocorreu após decisão da Justiça Federal, que revogou a prisão preventiva do cantor.
O artista foi preso no dia 15 do mês passado, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, durante a Operação Narco Fluxo, que visava desarticular um grupo ligado ao crime organizado. Ele nega qualquer envolvimento.
A soltura ocorreu com escolta de agentes da Secretaria de Polícia Penal e na presença de advogados. Poze afirmou na saída que não tem ligação com facção ou com atividades ilícitas.
Contexto da decisão e medidas
A desembargadora Louise Vilela Leite Filgueiras, do TRF-3, assinou a decisão. Além da revogação da prisão, foram impostas medidas cautelares: entrega de passaporte, comparecimento mensal em juízo e proibição de deixar o Rio por mais de cinco dias sem autorização.
As investigações mencionam um esquema que usava plataformas de apostas com quotas fixas para lavar dinheiro de origem criminosa. Os registros são vinculados a operações relacionadas ao narcotráfico internacional.
As apurações foram fruto de desdobramentos das operações Narco Bet e Narco Vela, que buscam mapear estruturas financeiras do crime organizado. A PF não informou se houve novas prisões ou mandados nesta etapa.
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