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Polícia apreende morteiro “Zé Galinha” em operação contra o CV no Rio

Operação Torniquete prende três suspeitos em Duque de Caxias; morteiro "Zé Galinha" é apreendido com explosivos e fuzis, em base logística do Comando Vermelho

Explosivo do Zé Galinha
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  • A Polícia Civil do Rio apreendeu um morteiro conhecido como “Zé Galinha” na Operação Torniquete, realizada nesta sexta-feira, no Parque das Missões, Duque de Caxias; houve a prisão de três suspeitos.
  • A ação mira roubos de veículos e cargas; a investigação aponta o Parque das Missões como base logística do Comando Vermelho, com circulação de faccionados armados e foragidos.
  • O local também é apontado como esconderijo de carros elétricos roubados, comércio de drogas e armazenamento de itens ilícitos, como explosivos, fuzis e entorpecentes.
  • Além do morteiro, a operação resultou na recuperação de seis veículos, além da apreensão de drogas e de um artefato explosivo.
  • A Polícia Civil afirmou que o Parque funciona como apoio logístico para crimes na Baixada Fluminense, e continuará a “Operação Torniquete” para reprimir ações que financiam facções.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu um morteiro conhecido como “Zé Galinha” durante a Operação Torniquete, realizada nesta sexta-feira (15/6). A ação ocorreu no Parque das Missões, em Duque de Caxias, e também resultou na apreensão de uma réplica de fuzil, grandes quantidades de drogas e outros itens suspeitos. Dois ou três elementos foram detidos até o momento.

A operação foi planejada com base em investigação e inteligência, com monitoramento de atividades na região. A PCERJ informou que a ação visa coibir roubos de veículos e de cargas, além de crimes ligados ao tráfico na zona.

Na sequência da ação, a polícia confirmou a recuperação de seis veículos, além da apreensão de drogas e de um artefato explosivo. A região do Parque das Missões é apontada como área de apoio logístico para facções criminosas que atuam na Baixada Fluminense.

Acesso logístico e desdobramentos

Segundo a polícia, o local funciona como base logística utilizada por criminosos em ações de assaltos e roubos, com circulação de faccionados armados na comunidade. A investigação aponta ainda que parte do fluxo de cargas ilícitas envolve explosivos, fuzis e entorpecentes.

A PCERJ afirmou que a operação contou com informações de inteligência, georreferenciamento e cruzamento de dados. No momento da abordagem, um dos suspeitos tentou despistar o cerco ao vestir um uniforme de serviço público, o que foi identificado pelos agentes.

A corporação informou que as ações continuarão sob a chamada Operação Torniquete, com objetivo de reprimir crimes que financiam facções, bem como assegurar pagamentos a familiares de integrantes do CV.

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