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IA: poder, infraestrutura e segurança no foco, aponta TechEx North America

AI exige infraestrutura robusta e segurança; Edge, IoT e data centers enfrentam latência, governança e escalabilidade ao levar IA à produção

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  • TechEx North America discutiu como a IA depende de potência, infraestrutura e segurança, com foco no que precisa ser construído ao redor da IA antes da aplicação prática.
  • Nas trilhas de Edge Computing e IoT, empresas exploraram latência, escalabilidade de implementações distribuídas e cybersecurity para sistemas industriais conectados.
  • Debateram-se “piloto purgatório” e o desafio entre demonstração e implantação, com exemplos de escala de projetos que funcionam no conceito, mas enfrentam dificuldades na prática.
  • Na Data Centre Congress, foram levantados temas como construção, energia, refrigeração e rede para IA, além da economia de IA e impactos sobre a infraestrutura.
  • A trilha de Cyber Security destacou cultura de segurança, conformidade, ransomware, Shadow AI e exfiltração de dados, ressaltando que a adoção de IA aumenta a superfície de ataque.

O TechEx North America abordou a integração de IA em infraestrutura, segurança e operações. O foco foi entender o que precisa ser construído ao redor da IA para ela ocupar um espaço sólido no mundo físico e empresarial.

Nas trilhas de Edge Computing, IoT, Data Centre Congress e Cyber Security, discutiu-se como acelerar a análise de dados, reduzir latência e fortalecer a segurança em sistemas industriais, com exemplos de implantação em ambientes multi-site e híbridos.

Ed Doran, da Edge AI Foundation, conduziu a programação, que reuniu representantes de Akamai, Spectro Cloud, Scylos, TÜV Rheinland, OPC Foundation e Schneider Electric. Debates trataram de automação, IoT industrial e controle de dispositivos conectados.

Edge e IA na prática

A discussão avançou sobre aproximar a inteligência da máquina, avaliando riscos e a velocidade de decisões locais. Questionou-se como observabilidade e governança acompanham decisões autônomas, especialmente em ambientes com redes distribuídas.

No IoT Expo, a pauta industrial cobriu fábricas conectadas, gêmeos digitais e gestão de ativos. Debates destacaram a distância entre demonstração e implementação real, além de caminhos para vencer o piloto e chegar à operação.

O tema do “piloto purgatório” apareceu em sessões com Rockwell Automation e Ford, que avaliaram como transformar projetos conceituais em operações diárias sem criar dashboards improdutivos.

Infraestrutura e dados

O Data Centre Congress analisou construção, energia, resiliência, refrigeração e o papel da rede de suporte para IA. Palestrantes ressaltaram que IA depende de computação intensiva, cuja maturação envolve infraestrutura e licenças.

A security track destacou cultura de segurança, conformidade, ransomware e exfiltração de dados. Houve consenso de que a adoção de IA aumenta a superfície de ataque, exigindo governança rígida.

Sessões sobre shadow AI e governança de dados mostraram que muitos colaboradores usam serviços de IA sem registro, reforçando a necessidade de controles de uso e auditoria.

Desafios e impactos

Ao longo do evento, ficou claro que IA integrada a infraestrutura demanda energia, água e espaço físico adequados. Infraestrutura e governança caminham juntas para evitar implementações desorganizadas.

O encontro reforçou que o negócio precisa de planejamento prático: IA não é apenas software, mas um conjunto de recursos que inclui redes, data centers e segurança cibernética. A integração é, portanto, prática e estratégica.

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