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Juiz aceita pedido de Mangione para excluir provas após busca ilegal

Juiz aceita parcialmente excluir provas obtidas na mochila durante prisão de Mangione, réu pelo assassinato do CEO da UnitedHealthcare; julgamento segue.

Luigi Mangione comparece a uma audiência no Tribunal Criminal de Manhattan, em Nova York, na segunda-feira, 18 de maio de 2026 — Foto: Foto de Jeenah Moon/Pool via AP
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  • O juiz estadual Gregory Carro aceitou parcialmente o pedido de Mangione para excluir provas obtidas na mochila dele durante a prisão, por entender que houve busca ilegal na Pensilvânia.
  • Entre as provas inicialmente questionadas estavam um carregador de arma municiado, um celular e um chip de computador; a decisão manteve válida a segunda busca na delegacia, permitindo o uso de itens como arma, silenciador, pen drive e caderno vermelho.
  • Mangione, 28 anos, é acusado de matar a tiros o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, em uma calçada de Midtown Manhattan em dezembro de 2024; ele se declarou inocente de todas as acusações.
  • O julgamento está marcado para começar em 8 de setembro e deve durar seis semanas.
  • Promotores apontam evidências robustas ligando Mangione ao homicídio, incluindo DNA, impressões digitais, centenas de horas de imagens de vídeo e outros objetos; o caso envolve acusações federais e estaduais com desfechos distintos.

O juiz estadual Gregory Carro decidiu parcialmente aceitar o pedido de Luigi Mangione para excluir provas encontradas em sua mochila durante a prisão, alegando busca ilegal na Pensilvânia. Mangione, 28 anos, é acusado de matar a tiros Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, em dezembro de 2024, em Midtown Manhattan. O caso permanece sob avaliação no tribunal estadual de Manhattan, em Nova York.

Mangione se declarou inocente de todas as acusações e o julgamento está marcado para começar em 8 de setembro, com duração prevista de seis semanas. A defesa argumenta que a primeira revista na prisão violou direitos, o que justificaria a exclusão de parte das evidências reunidas. A promotoria contesta as alegações de ilegalidade da busca.

A decisão parcial manteve válidos alguns itens encontrados na mochila na prisão inicial, mas excluiu parte das provas obtidas sem mandado. Entre os itens excluídos estão um carregador de arma municiado, um celular e um chip de computador. A polícia poderá usar, porém, evidências obtidas em uma segunda busca na delegacia, incluindo arma, silenciador, pen drive e caderno vermelho.

Entre os elementos de prova remanescentes, o juiz confirmou que a segunda busca foi legal e que esses itens podem compor o processo. Também houve rejeição do pedido para excluir as declarações iniciais de Mangione, consideradas legais segundo o magistrado. A decisão foi anunciada durante uma audiência rápida no tribunal de Manhattan, com Mangione presente.

Evidências adicionais, segundo o Ministério Público de Manhattan, incluem DNA, impressões digitais, centenas de horas de imagens de vídeo, um celular e uma segunda mochila abandonada durante a fuga em Nova York. Thompson presidia a divisão de seguros de saúde da UnitedHealth e foi assassinado diante do Hilton, onde a empresa realizava uma reunião com investidores.

Mangione foi preso na Pensilvânia cinco dias após o crime e permanece detido. Embora os promotores estaduais tenham inicialmente apresentado acusações de terrorismo, o juiz local retirou essa acusação por falta de provas. Em 2025, o caso federal retirou as acusações de assassinato e de armas por questões técnicas, mantendo possível condenação por perseguição.

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