- O desembargador federal Alcides Martins Ribeiro Filho, de 64 anos, foi encontrado morto em uma área de mata perto da Vista Chinesa, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira (19).
- O corpo, localizado próximo a uma trilha da Floresta da Tijuca, não apresentava sinais aparentes de violência e foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML).
- Alcides estava desaparecido desde o dia 14 de abril, quando sacou R$ 1 mil e pegou um táxi para ir ao mirante.
- A área foi isolada para perícia pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
- O magistrado era desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) e havia sido afastado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em maio do ano passado, por suspeita de agressões contra a ex-mulher.
O corpo do desembargador Alcides Martins Ribeiro Filho foi encontrado em uma área de mata próxima à Vista Chinesa, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira (19). Ele estava desaparecido desde 14 de abril, quando sacou R$ 1 mil e pegou um táxi para o mirante. Não havia sinais aparentes de violência inicialmente.
As buscas foram feitas por policiais da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e pelo Corpo de Bombeiros. O local foi isolado para perícia pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e o cadáver encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML).
Alcides Ribeiro Filho era desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Ele havia sido afastado do cargo pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em maio do ano passado por suspeitas de agressões contra a ex-mulher, e chegou a ser levado algemado à delegacia após resistência durante atendimento a outra ocorrência envolvendo violência.
A investigação busca esclarecer as circunstâncias da morte. A Polícia Civil não divulgou, por ora, informações sobre causas ou motivadores do falecimento, mantendo o foco na perícia e na coleta de evidências.
O histórico do magistrado inclui o afastamento do cargo e a participação de autoridades em diferentes desdobramentos judiciais, sem que haja confirmação pública de novos desdobramentos. A apuração segue sob responsabilidade da DHC, com apoio do IML.
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