Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Diplomata comenta a perda da filha após atropelamento no Rio

Diplomata descreve Mariana, vinte anos, como fonte de alegria; velório acontece em São Paulo e a esposa segue em cadeira de rodas, com o caso sob investigação

Pai descreveu a filha como alguém que levava música, brincadeiras e leveza para a rotina da família - (crédito: Reprodução/Tv Globo)
0:00
Carregando...
0:00
  • O diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto afirmou, ao G1, pela primeira vez, sobre a morte da filha Mariana Tanaka Abdul Hak, atropelada em Ipanema por uma van desgovernada.
  • Mariana, de 20 anos, era apresentada como fonte de alegria pela família; a mãe, a diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak, segue em cadeira de rodas após o acidente.
  • O pai disse que a dor da esposa é dupla, física e emocional, após a perda da filha.
  • Mariana havia acabado de chegar ao Brasil para começar uma nova fase, após morar em vários países, e havia ido para o Rio trabalhar no escritório da L’Oréal.
  • Ela foi atingida perto de um poste de sinalização, foi encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto e não resistiu; o velório ocorre em São Paulo, após viagem do casal. O caso segue em investigação no Rio de Janeiro.

O diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto falou pela primeira vez sobre a morte da filha Mariana Tanaka Abdul Hak, atropelada ao lado da mãe por uma van desgovernada em Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro. A jovem, de 20 anos, havia acabado de chegar ao Brasil para começar uma nova fase da vida.

A esposa de Ibrahim, a diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak, permanece em recuperação de ferimentos e utiliza cadeira de rodas. O relato de Ibrahim enfatiza que a dor física se soma a uma dor emocional constante para a família.

Mariana havia sido contratada para trabalhar no escritório carioca da L’Oréal e desembarcou na cidade poucas horas antes do acidente. Ela saía para caminhar com a mãe pelas ruas do bairro quando ocorreu o atropelamento.

Desdobramentos familiares e atendimento às vítimas

Ibrahim descreveu Mariana como alguém que levava música, brincadeiras e leveza à rotina familiar. O diplomata mencionou os mais de 20 anos compartilhados ao lado da filha como fonte de conforto diante da tragédia.

Nesta terça-feira (19/5), Ibrahim e Ana Patrícia viajaram do Aeroporto Santos Dumont para São Paulo, onde ocorre o velório da jovem. O caso continua sob investigação das autoridades do Rio de Janeiro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais