- A Polícia Civil de Santa Catarina indiciou a esposa de Pedro Rodrigues Alves, de 54 anos, e um homem identificado como o amante dela pelo envenenamento que resultou na morte do empresário em Videira, em fevereiro.
- A prisão temporária dos dois foi convertida em preventiva após o indiciamento no dia 13; a mulher segue detida em Chapecó e o suspeito está preso fora do estado, em Palmas, no Paraná.
- A morte ocorre no contexto de casos de contaminação por metanol em bebidas destiladas, e exames apontaram intoxicação por substâncias tóxicas presentes em produtos inseticidas.
- A investigação aponta relação extraconjugal entre a esposa e o outro suspeito há pelo menos um ano, com a dupla buscando ficar com o patrimônio da vítima e tentando ocultar evidências.
- O Ministério Público avaliará a apresentação de denúncia formal à Justiça; Pedro foi internado em estado grave e morreu em 15 de fevereiro.
A Polícia Civil de Santa Catarina indiciou a esposa de um empresário morto em Videira, no centro do estado, sob suspeita de envenenamento. O indiciamento ocorreu após investigação iniciada em janeiro de 2026, em meio a casos de contaminação por metanol em bebidas destiladas.
O empresário Pedro Rodrigues Alves, 54 anos, morreu em fevereiro, após apresentar quadro de intoxicação por substâncias tóxicas encontradas em inseticidas. A polícia aponta que o crime teve participação da esposa e de um homem considerado amante dela, ambos indiciados por homicídio qualificado.
A investigação aponta que o casal tentou ocultar provas para simular causas naturais da morte. A esposa permanece presa em Chapecó (SC) e o amante foi capturado em Palmas, no sudoeste do Paraná. A prisão temporária foi convertida em preventiva após o indiciamento no dia 13 de maio.
Evidências e motivações
Exames indicaram intoxicação por metanol, chumbo, soda cáustica e outros tóxicos. A polícia afirma que o objetivo era que os dois ficassem com o patrimônio da vítima, mantendo relacionamento extraconjugal com o segundo suspeito há pelo menos um ano.
Situção legal
Ambos podem responder por homicídio qualificado por envenenamento, com căncare de motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa. O Ministério Público avaliará a denúncia formal à Justiça nos próximos passos do processo.
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