- A Paraíba lidera a qualidade de vida no Nordeste pelo segundo ano consecutivo, segundo o IPS Brasil 2026, com 62,39 pontos.
- O estado ficou em 11º lugar no ranking nacional, que reúne todas as unidades federativas e o Distrito Federal, próximo à média nacional (63,40).
- O IPS Brasil avalia 5.570 municípios com 57 indicadores sociais e ambientais, distribuídos em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.
- Entre os eixos que sustentam a pontuação paraibana estão: segurança hídrica e saneamento, habitação e segurança e saúde.
- Especialistas apontam que o uso de dados e evidências no planejamento público é essencial para transformar receitas em direitos, com desafio de ampliar resultados para cidades do interior.
A Paraíba manteve a liderança em qualidade de vida no Nordeste pelo segundo ano consecutivo, segundo o IPS Brasil 2026. O estado alcançou 62,39 pontos em uma escala de 0 a 100, na região, com a 11ª posição no ranking nacional. A edição mostra avanço em políticas sociais.
O IPS Brasil avalia 5.570 municípios com 57 indicadores social e ambiental. O estudo resulta de parceria entre o Imazon, Fundação Avina, Amazônia 2030, Centro de Empreendedorismo da Amazônia e a Social Progress Imperative. A pontuação fica próxima à média nacional, 63,40 pontos.
Critérios e método do IPS Brasil
O índice é estruturado em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. A metodologia foca em indicadores sociais e ambientais, não apenas em PIB. O objetivo é medir progresso real para a população.
Desempenho da Paraíba e setores-chave
Entre os eixos que sustentam a nota, destacam-se: segurança hídrica e saneamento, com expansão de redes; habitação, com programas de regularização; e segurança e saúde, com fortalecimento de serviços de pronto atendimento.
Desafios para manter o patamar
Especialistas apontam a necessidade de ampliar resultados para municípios menores, reduzindo assimetrias entre o interior e os grandes centros. O monitoramento constante de demandas sociais é visto como essencial para manter o ciclo.
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