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Promotoria solicita prisão preventiva de Oruam por disparo em SP

Promotoria pede prisão preventiva de Oruam por disparo em Igaratá; ele é foragido em ação no Rio por tentativa de homicídio contra policiais

Oruam está foragido desde fevereiro
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  • O promotor Alan Carlos Reis Silva pediu à Justiça a prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o rapper Oruam, no processo sobre o disparo de arma de fogo em Igaratá, em dezoito de dezembro de 2024.
  • O caso tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo e o vídeo do disparo foi postado em redes sociais.
  • Oruam está foragido desde fevereiro e já é réu em outra ação no Rio de Janeiro por tentativa de homicídio qualificada contra policiais.
  • O MP afirma que ele é alvo de investigações por lavagem de dinheiro e ligação com o Comando Vermelho, além da suposta tentativa de homicídio contra policiais fluminenses.
  • O pedido foi assinado no dia cinco e divulgado pelo Ministério Público no dia vinte; a defesa de Oruam não havia se manifestado até a publicação.

O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, em ação que trata de um disparo de arma de fogo. O pedido foi feito pelo promotor Alan Carlos Reis Silva e anexado ao processo no dia 5, com divulgação nesta quarta-feira, 20.

O caso paulista envolve o registro de um tiro com espingarda durante uma festa na cidade de Igaratá, em 16 de dezembro de 2024. O crime foi filmado e postado em redes sociais, segundo o Ministério Público.

Oruam já aparece como foragido desde fevereiro e é réu em outra ação, no Rio de Janeiro, por tentativa de homicídio qualificada contra policiais civis. A promotoria afirma que a fuga inviabiliza a jurisdição penal e eleva o risco de frustração da lei.

Detalhes do pedido

Segundo a peça, o rapper é alvo de investigações por lavagem de dinheiro e vínculo com o Comando Vermelho. O promotor sustenta que a permanência em paradeiro desconhecido amplia o risco de evasão e dificulta o cumprimento de eventual decreto condenatório.

O MP afirma ainda que a conduta de disparar em uma festa, à vista de terceiros, demonstra potencial de agressão relevante e continuidade delitiva. A defesa de Oruam não respondeu até o momento.

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