- Deolane Bezerra, advogada e viúva de MC Kevin, ganhou notoriedade após a morte do marido, em 2021, e ampliou a presença nas redes com milhões de seguidores.
- Ela já havia sido presa em setembro de 2024 sob suspeita de lavagem de dinheiro ligada a casas de apostas, em investigação iniciada em 2023 pela Polícia Civil de Pernambuco.
- A polícia apontou que ela teria faturado cerca de R$ 65 milhões com jogos online e investido em imóveis caros e carros de luxo; ficou presa por cinco dias, foi solta para cumprir prisão domiciliar e depois voltou à cadeia por mais duas semanas.
- Foi concedido habeas corpus para responder em liberdade, após defesa e novas medidas judiciais.
- Atualmente, a polícia de São Paulo investiga a possível ligação de Deolane com a facção criminosa PCC.
Deolane Bezerra ganhou notoriedade após a morte do marido, MC Kevin, no Rio de Janeiro, em 2021. A advogada transformou a exposição da vida pessoal em negócio e hoje soma milhões de seguidores nas redes. A relação com jogos online também ganhou destaque na sua rotina pública.
Nascida no interior de Pernambuco, Deolane mudou-se para São Paulo ainda criança. Formou-se em Direito em 2010 e atua como advogada desde 2014. A crise surgida após a morte de MC Kevin elevou o perfil da influencer, que passou a receber contratos publicitários e a divulgar casas de apostas.
Em 2024, a primeira detenção ocorreu após investigações sobre possível lavagem de dinheiro ligada a casas de apostas. A Polícia Civil de Pernambuco informou que a apuração começou em 2023, envolvendo suposto faturamento na casa dos milhões com jogos online.
A situação levou Deolane à prisão no Recife por cinco dias, com a mãe, ficando em prisão domiciliar posteriormente. A defesa alegou habeas corpus para resposta em liberdade. A detenção ocorreu após desrespeito a medidas cautelares, segundo a polícia.
Investigações em andamento
Contudo, a Polícia Civil de SP abriu novo inquérito para apurar uma possível ligação entre a influenciadora e a facção PCC. As apurações investigam supostos vínculos com atividades criminosas e a circulação de recursos.
Até o momento, Deolane nega envolvimento direto e sustenta que seus negócios são legais. A defesa afirma que não houve crime e que as informações devem passar por due diligence judicial.
O caso segue sob apuração das autoridades estaduais, com a imprensa acompanhando os desdobramentos. Não há conclusão oficial sobre o alcance das ligações investigadas ou quem poderia ser responsabilizado.
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