- Deolane Bezerra disse que estava “trabalhando” ao ser questionada sobre lavagem de dinheiro para Marcola, ao deixar a sede da Polícia Civil em São Paulo na quinta-feira, 21 de maio.
- Ela foi presa no âmbito da Operação Vérnix, que investiga esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Segundo as investigações, Deolane abriu trinta e cinco empresas no mesmo endereço, em Martinópolis, interior de São Paulo, e foi chamada de “caixa do crime organizado” pelos investigadores.
- A operação, realizada pela Polícia Civil e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), resultou em seis prisões preventivas, bloqueio de mais de R$ trêscento e vinte setenta e milhões, sequestro de dezessete veículos de luxo e quatro imóveis.
- O inquérito foi concluído e será encaminhado ao Ministério Público para oferecimento de denúncia; a análise do material apreendido pode abrir novos desdobramentos envolvendo empresas e plataformas de apostas.
Deolane Bezerra, influenciadora, foi presa na quinta-feira em São Paulo, durante a Operação Vérnix, que investiga esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Ao deixar a sede da Polícia Civil, ela disse estar trabalhando e afirmou que espera que a Justiça seja feita.
A investigação aponta que a influenciadora abriu 35 empresas usando o mesmo endereço em Martinópolis, interior de São Paulo. Os investigadores a classificaram como possível caixa do crime organizado, com recursos misturados a atividades legais.
Operação Vérnix
A ação, realizada pela Polícia Civil com o Gaeco, resultou na prisão preventiva de seis pessoas e no bloqueio de mais de R$ 327 milhões. Também houve o sequestro de 17 veículos de luxo e quatro imóveis ligados aos investigados.
Segundo autoridades, o inquérito foi concluído e será encaminhado ao Ministério Público para denúncia. A Polícia Civil sinalizou que a análise de material apreendido pode gerar novos desdobramentos, incluindo investigações sobre empresas e plataformas de apostas.
Contexto e próximos passos
De acordo com o inquérito, o dinheiro ilícito é movimentado por meio de empresas de fachada, contas de passagem e aquisições de bens de alto padrão. Passos adicionais devem esclarecer o papel de participantes em camadas superiores da organização.
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