- Carlo Petrini, fundador do Slow Food, morreu nesta quarta-feira, aos 76 anos, na cidade italiana de Bra; a causa não foi divulgada.
- Ele ficou conhecido pela defesa de uma alimentação mais justa e sustentável, valorizando alimentos locais, tradicionais e de qualidade.
- O Slow Food nasceu na década de oitenta, como resposta à expansão de redes de fast food e à perda de sabores e saberes locais.
- Em nota, a organização Slow Food lamentou a perda e Bra decretou luto oficial pela morte do ativista.
- O legado de Petrini segue inspirando a defesa de uma alimentação ética, sustentável e saborosa, com foco na biodiversidade e nas culturas alimentares.
Carlo Petrini, criador do movimento Slow Food, morreu aos 76 anos na cidade de Bra, Itália. A morte foi anunciada nesta quarta-feira e a causa não foi divulgada. Ele ficou conhecido por defender uma alimentação mais justa e sustentável.
Fundador do Slow Food na década de 1980, Petrini lutou contra a industrialização da comida e pela valorização de alimentos locais e de qualidade. O movimento atua internacionalmente, promovendo biodiversidade e saberes tradicionais.
A Slow Food lamentou a perda em nota oficial, ressaltando a importância de Petrini na construção de uma cultura alimentar mais justa. Bra decretou luto oficial e promoverá homenagens ao ativista.
Legado de Petrini
O legado do ativista inspira debates sobre consumo consciente, sabor e ecossistemas alimentares. Sua atuação ajudou a ampliar o foco em produção local, segurança alimentar e educação alimentar em diversos países.
A trajetória de Petrini também inclui livros e artigos que reforçam a alimentação como ato político. Sua visão influenciou artistas, chefs e comunidades a valorizar diversidade cultural e gastronômica.
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