- O Ministério Público de Santa Catarina denunciou trio por morte de corretora gaúcha em Florianópolis, no Norte da Ilha, ocorrida no dia três de março.
- A vítima foi Luciani Aparecida Estivalet, dopada com sedativos e morta com profundos cortes dentro do próprio apartamento.
- A empresária Angela Maria Moro, administradora da pousada onde Luciani morava, seria a responsável pela morte.
- Letícia Jardim teria triturado sedativos e misturado na bebida da corretora; o vizinho Matheus Vinícius Silveira Leite é apontado como integrante do grupo.
- Os crimes imputados são roubo qualificado pelo resultado morte, ocultação de cadáver e corrupção de menor; a denúncia foi apresentada pelo Ministério Público e divulgada pela NSC TV.
O Ministério Público de Santa Catarina denunciou um trio pelo crime que resultou na morte da corretora gaúcha Luciani Aparecida Estivalet. A vítima foi dopada e assassinada com cortes profundos no apartamento onde morava, no Norte da Ilha, em Florianópolis, no dia 3 de março. A acusação envolve roubo qualificado pelo resultado morte, ocultação de cadáver e corrupção de menor.
Segundo a denúncia, houve divisão de funções entre os denunciados. Letícia Jardim seria responsável por triturar e misturar sedativos na bebida de Luciani. A empresária Angela Maria Moro, administradora da pousada onde a corretora vivia, seria quem feriu a vítima.
Matheus Vinícius Silveira Leite, vizinho da corretora, era apontado como o principal suspeito inicialmente. Ele tem histórico ligado ao movimento “redpill”, que propaga hostilidade contra mulheres, e se descreve como um “alfa” nas redes sociais.
Detalhes da denúncia
A ação envolve três denunciados: Letícia Jardim, Angela Maria Moro e Matheus Vinícius Silveira Leite. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público e obtida pela NSC TV, parceira do Metrópoles.
A investigação descreve uma sequência de crime que teria começado com o roubo e culminado na morte de Luciani. O MP aponta que a ocultação do cadáver faz parte do mesmo ciclo delituoso.
As informações oficiais indicam que a responsável direta pela agressão foi Angela Moro, que gerenciava o residencial onde a corretora morava. A matéria completa pode ser acompanhada pela imprensa local.
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