- Libby Rose Martin, de 22 anos, relata sofrer gordofobia em apps de namoro desde que entrou no setor em 2025.
- A jovem afirma que muitos apenas entram em contato para criticar seu peso, enviando mensagens como “serei seu personal trainer”.
- O episódio que a levou a responder publicamente ocorreu após um match, quando o homem escreveu: “Você sabe como ingerir calorias”.
- Martin diz que não é infeliz com o corpo e que decidiu educar o agressor, destacando que não se deixa abalar pela crítica.
- Ela lembra que mulheres plus size enfrentam preconceitos no relacionamento e afirma que a felicidade não depende de padrões de tamanho corporal.
Libby Rose Martin, de 22 anos, vive em Kent, no Reino Unido, e relata ler ataques em apps de namoro desde 2025, com comentários cruéis sobre o peso. Ela procurava conhecer alguém, mas enfrentou episódios recorrentes de gordofobia, segundo Kennedy News and Media.
Ela afirma que recebeu mensagens diretas de homens apenas para falar sobre o peso, com propostas de treino e comentários desabonadores. Em alguns casos, a conversa girou em torno de tentar motivá-la a emagrecer.
O ponto máximo ocorreu quando um pretendente, ao dar match, questionou calorias e se intitulou herói por supostamente motivá-la. Libby decidiu responder publicamente para educar e esclarecer seu ponto de vista.
Reação, posicionamento e desdobramentos
Ela rebateu que ser plus size não implica infelicidade ou desrespeito aos próprios traços. A influencer também citou enfrentar transtorno alimentar há anos e ressaltou que respeitar mulheres não depende de aparência.
Segundo Libby, o agressor permaneceu em silêncio após a troca de mensagens e bloqueou o perfil dela. A defesa começou com uma reflexão sobre a vulnerabilidade, sem permitir que ataques a marque emocionalmente.
A jovem reforçou que mulheres plus size costumam enfrentar desafios adicionais no universo romântico, incluindo fetichização e preconceito. Ela disse que a visibilidade dessa realidade pode encorajar outras pessoas a se posicionarem.
Ela lembrou que a felicidade não está atrelada a padrões corporais e destacou a importância de educar ou bloquear quando necessário. A mensagem é de que autoestima não depende da aparência física.
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