- Uma jovem de 23 anos foi morta a facadas na Rua Coronel Murta, Bela Vista, Medina (MG.
- O namorado, de 24 anos, morreu hours depois em colisão frontal com uma carreta na BR-116, no km 74, em Medina (MG).
- O veículo envolvido era um Fiat Uno cinza; a batida ocorreu por volta do meio‑dia e a carreta transportava roupas, vindo de São Paulo com destino a Recife; o motorista da carreta não se feriu.
- A investigação inicial descreveu o caso como autoextermínio, depois de testemunhas relatarem que o suspeito disse ter matado a companheira e que se mataria.
- A perícia apontou que a vítima tinha mais de vinte perfurações de faca; o padrasto do suspeito informou que ele já havia feito ameaças e que o casal, juntos há cerca de cinco anos, tinha uma filha de 2 anos.
Uma jovem de 23 anos foi morta a facadas dentro de casa, em Medina (MG), no Vale do Jequitinhonha. O namorado, de 24 anos, morreu horas depois em uma colisão frontal com uma carreta na BR-116. O caso ocorreu na Rua Coronel Murta, no bairro Bela Vista.
A Polícia Militar informou que, ao chegar ao imóvel, encontrou Júlia Rodrigues Rosa com ferimentos graves. O Samu confirmou a morte ainda no local. Testemunhas relataram que o suspeito Vanderlan Marques, 24, passou por um comércio em Fiat Uno cinza dizendo ter matado a companheira e que iria tirar a própria vida.
Acidente na BR-116
Por volta do meio-dia, o Fiat Uno colidiu de frente com uma carreta no km 74 da BR-116. O impacto deixou o carro partido ao meio e o motorista morto no local. O caminhoneiro, de 44 anos, natural de Andaraí, não se feriu.
A carreta transportava roupas e seguia de São Paulo para Recife. Bombeiros realizaram o desencarceramento do corpo após a perícia da Polícia Civil de Minas Gerais.
Motivação e contexto
A perícia na residência indicou mais de 20 perfurações por faca na vítima, em várias regiões do corpo. O corpo foi encaminhado para uma funerária de Teófilo Otoni (MG). O padrasto do suspeito afirmou que ele era motorista de caminhão e que, na sexta-feira (22/5), já havia ameaçado a companheira por telefone.
Segundo ele, o casal tinha um relacionamento conturbado, com brigas frequentes e ciúmes. O casal estava junto há cerca de cinco anos e tinha uma filha de 2 anos. As investigações seguem para esclarecer a ligação entre as ameaças e o duplo desfecho.
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