- A UPA do Trapiche, em Maceió, denunciou venda de atestados médicos falsos em grupos de WhatsApp.
- Os documentos eram vendidos por R$ 40, mediante pagamento via Pix, usando indevidamente o nome de uma médica prestadora de serviço, o endereço da unidade e o número do CRM.
- Os criminosos forjavam os atestados para dar aparência de autenticidade.
- A direção da UPA registrou boletim de ocorrência após tomar conhecimento do esquema.
- A reportagem completa pode ser acompanhada pela GazetaWeb, parceira do Metrópoles.
A Unidade de Pronto Atendimento do Trapiche, em Maceió, denunciou a venda de atestados médicos falsos por meio de grupos de WhatsApp. Os documentos eram comercializados por 40 reais, com pagamento via Pix, e utilizavam indevidamente o nome de uma médica cooperada, o endereço da UPA e o CRM da profissional.
Segundo a UPA, os atestados eram forjados para parecer autênticos. A direção registrou boletim de ocorrência após tomar conhecimento do esquema.
A reportagem completa está disponível na GazetaWeb, parceira do Metrópoles. A transmissão das informações foi confirmada pela unidade e pelas redes de imprensa que publicaram a denúncia.
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