- Cantor João Lima foi liberado após quatro meses de prisão, decisão determinada pela juíza Francilucy Rejane, do 2º Tribunal do Júri de João Pessoa, na Paraíba.
- A prisão foi revista com base em que não haveria razão para mantê-la, não tendo ocorrido descumprimento de medidas protetivas e sem fato novo que justificasse a detenção.
- Em liberdade, ele precisa cumprir quatro medidas, entre elas a entrega do passaporte em até 24 horas.
- Também deverá usar tornozeleira eletrônica, manter o cadastro de contatos atualizado e comparecer a todos os atos processuais.
Cantor João Lima deixou a prisão após quatro meses de detenção. A decisão foi tomada pela juíza Francilucy Rejane, do 2º Tribunal do Júri de João Pessoa, na Paraíba. Ele era réu pela suposta tentativa de feminicídio contra a ex-mulher, Raphaella Brilhante.
Conforme o inquérito, as agressões teriam ocorrido logo após o casamento, com relatos de uso de faca em algum momento. A defesa informou que não houve descumprimento de medidas protetivas antes da prisão. A Justiça entendeu que não havia novo fato que justificasse a manutenção da detenção.
Medidas em vigor: o artista deverá cumprir quatro obrigações, entre elas devolver o passaporte em 24 horas. Além disso, fica sob monitoramento por meio de tornozeleira eletrônica, com necessidade de informar e manter atualizados telefone e endereço. A assiduidade a atos processuais também é obrigatória.
A decisão de soltura levou em conta que os fundamentos para a prisão preventiva perderam força. Não houve apresentação de novo elemento que justificasse a prisão, segundo a magistrada. O caso segue com prosseguimento do processo.
Matéria relacionada traz detalhes sobre a acusação, a prisão decretada e a solicitação de medidas protetivas pela médica Raphaella Brilhante. As informações são baseadas em reportagens de veículos nacionais.
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