- Nesta sexta-feira, 26, a maquiadora Cinthia Silva foi presa em operação da Polícia Civil do Rio que investiga a venda irregular de canetas emagrecedoras de procedência desconhecida.
- A prisão ocorreu no apartamento da influenciadora, no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste, onde agentes encontraram medicamentos armazenados.
- Segundo as investigações, ela manipulava e vendia os produtos ilegalmente; a ação faz parte da terceira fase da Operação Mounjaro.
- Em audiência de custódia na tarde de quarta-feira, 27, o juiz converteu a prisão em flagrante para preventiva.
- Cinthia tem trajetória ligada ao Carnaval do Rio e já atuou como rainha de bateria de escolas como Unidos da Ponte e Inocentes de Belford Roxo.
A maquiadora Cinthia Silva foi presa nesta sexta-feira, 26, em seu apartamento no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro. A operação da Polícia Civil investiga a venda irregular de canetas emagrecedoras de procedência desconhecida, com indícios de manipulação dos produtos. A informação é apurada pela corporação.
Ação integra a terceira fase da Operação Mounjaro, que somou dezenas de mandados de busca e apreensão. Durante os trabalhos, agentes encontraram medicamentos armazenados na residência da influenciadora. A investigação aponta venda ilegal dos itens como parte de um esquema em desvio de fiscalização.
A oferta de produtos na prescrição irregular, segundo apurações, envolvia manipulação e comercialização não autorizada. A prefeitura e o estado conduzem as diligências para esclarecer a origem dos insumos e o fluxo de distribuição.
Cinthia Silva tem atuação reconhecida no meio do entretenimento. Além de maquiadora de celebridades, construiu uma ligação com o Carnaval do Rio ao longo dos anos. Natural de Belford Roxo, já foi rainha de bateria de escolas como Unidos da Ponte e Inocentes de Belford Roxo, e desfilou por Acadêmicos do Salgueiro, Beija-Flor de Nilópolis e Imperatriz Leopoldinense.
Investigação e cumprimento de mandados
A polícia informou que a investigação prossegue para apurar a cadeia de distribuição e demais envolvidos. Mais detalhes devem ser divulgados pela autoridade policial à medida que as diligências avançarem.
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