- Justiça do Rio retoma nesta quarta-feira (27) o julgamento do rapper Oruam, foragido, acusado de tentativa de homicídio contra policiais civis; o processo tramita na 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
- Oruam respondia em liberdade até ter a prisão decretada em fevereiro por violar a tornozeleira eletrônica.
- No ano passado, ele ficou preso por cerca de dois meses após confusão durante tentativa da polícia de apreender um menor na saída da casa do rapper, com pedras lançadas contra agentes.
- Em outra frente, o Ministério Público denuncia Oruam por lavagem de dinheiro para a facção Comando Vermelho, envolvendo a mãe e o irmão; o pai, Marcinho VP, é apontado como líder do grupo e está preso há mais de vinte anos.
O juiz da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro retomará nesta quarta-feira (27) o julgamento do rapper Oruam, que responde por tentativa de homicídio contra policiais civis. O processo corre em regime de liberdade condicional, mas o artista tem mandado de prisão decretado novamente desde fevereiro, após violar a tornozeleira eletrônica.
Oruam ficou conhecido por uma confusão durante uma operação policial na saída da casa dele, no ano passado. Vídeos mostraram disparos de pedras contra agentes, com uma pedra chegando a pesar quase 5 kg, segundo as investigações.
Lavagem de dinheiro para o CV
Em outra investigação, o rapper é acusado de participação em esquema de lavagem de dinheiro para a facção Comando Vermelho, segundo denúncia do Ministério Público. O grupo é apontado como liderado pelo traficante Marcinho VP, pai de Oruam, que está preso há mais de 20 anos.
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