- O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro começou a julgar Jairinho e Monique pela morte de Henry Borel, no Centro do Rio, em 23 de março de 2026.
- O psiquiatra afirmou que Jairinho é “perverso” e sente prazer em provocar dor em crianças.
- A defesa informou que vai impugnar o testemunho, sustentando que o médico não poderia traçar o perfil psicológico dos réus sem entrevistá-los.
- O caso envolve a morte de Henry Borel e tem como foco a responsabilidade dos réus pelos fatos ocorridos na época.
- A sessão ocorre no âmbito do processo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro, 23/03/2026 – O Tribunal do Júri iniciou o julgamento de Jairinho e Monique pela morte de Henry Borel, no centro da cidade. A abertura ocorre após meses de investigação e deliberações da Justiça.
Durante a sessão, um psiquiatra afirmou que Jairinho é perverso e tem prazer em provocar dor em crianças. A declaração chamou atenção dos presentes e integra o conjunto de testemunhos apresentados até o momento.
A defesa interveio e pediu impugnação do testemunho, sustentando que o médico não poderia traçar perfil psicológico dos réus sem entrevistá-los. O pedido foi apresentado às autoridades do júri.
Defesa e impugnação do testemunho
Os advogados argumentam que a avaliação não pode se basear apenas em relatos externos. A defesa sustenta que sem entrevista adequada não há embasamento para o laudo. O caso segue em apreciação.
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