- Técnicos de enfermagem Amanda Rodrigues de Sousa, Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo e Marcela Camilly Alves da Silva serão ouvidos em audiências de instrução e julgamento nos dias 27 e 29 de maio e 1° de junho, às 14h, no Tribunal do Júri de Taguatinga.
- Eles são investigados por três homicídios ocorridos na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Anchieta, em Taguatinga, no final de 2025.
- O caso corre em segredo de justiça; as testemunhas serão ouvidas e os réus serão interrogados durante essa fase, sem veredito final.
- Vítimas foram Miranilde Pereira da Silva, 75 anos; João Clemente, 63; e Marcos Moreira, 33; a investigação começou na véspera de Natal de 2025.
- Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em 12 de janeiro, e três dias depois os envolvidos foram presos temporariamente em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas (GO); Marcos era apontado como quem injetava as substâncias.
Técnicos de enfermagem acusados de mortes em UTI vão a audiência na Justiça. Amanda Rodrigues de Sousa, Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo e Marcela Camilly Alves da Silva foram denunciados por três homicídios ocorridos no Hospital Anchieta, em Taguatinga. As audiências de instrução e julgamento estão marcadas para 27, 29 de maio e 1º de junho, às 14h, no Tribunal do Júri de Taguatinga.
As mortes aconteceram na UTI da unidade, no final de 2025, e motivaram a denúncia contra os profissionais. A previsão é ouvir testemunhas e, em seguida, realizar o interrogatório dos réus, conforme agenda oficial.
O caso tramita em segredo de Justiça. Depoimentos serão acompanhados apenas pelas partes envolvidas. Nesta fase, serão analisadas as provas, a acusação e a defesa, sem divulgação de veredito.
Mortes
As vítimas foram Miranilde Pereira da Silva, 75 anos; João Clemente, 63, servidor da Caesb; e Marcos Moreira, 33, servidor dos Correios. A auditoria interna teve início na véspera de Natal de 2025.
A Polícia Civil recebeu do Hospital Anchieta a informação sobre a identificação de possíveis três homicídios na UTI. Prontuários e imagens de câmeras indicaram comportamento suspeito dos três técnicos.
A investigação ganhou andamento quando Marcos, demitido, passou a atuar na UTI neonatal de um hospital infantil, também em Taguatinga. A CHPP, o IML e o Instituto de Criminalística coordenaram os mandados de busca em 12 de janeiro.
Em seguida, houve prender temporária dos envolvidos em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas (GO). Marcos é apontado como o principal investigado, com atuação na injeção de substâncias nos pacientes.
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