- Em Contagem, ação de proteção às mulheres vítimas de violência oferece atendimentos individuais e atividades educativas até 30 de maio, na Praça 7.
- Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Pública, foram registrados mais de 1.500 casos de violência contra a mulher em 2026, alta de 118% nos últimos cinco anos.
- A iniciativa é realizada em parceria com o Ministério das Mulheres e inclui palestras, rodas de conversa e distribuição de materiais informativos.
- A secretária de Segurança Pública, Maria Silva, afirma que o objetivo é fortalecer a rede de proteção e incentivar a denúncia para um ambiente mais seguro.
- Dados do Instituto de Segurança Pública de Minas Gerais indicam aumento de 20% nos casos de violência contra a mulher em 2026 frente a 2025.
A cidade de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, promove uma ação de proteção às mulheres vítimas de violência. A iniciativa inclui atendimentos individuais e atividades educativas, com foco na rede de proteção e no apoio às vítimas.
Dados da Secretaria Municipal de Segurança Pública indicam que foram registrados mais de 1.500 casos de violência contra a mulher em 2026, aumento de 118% nos últimos cinco anos. A campanha busca sensibilizar a população e ampliar o suporte às vítimas.
A ação ocorre até o dia 30 de maio, em parceria com o Ministério das Mulheres, na Praça 7, no centro de Contagem. O objetivo é fortalecer a atuação integrada entre órgãos públicos e sociedade civil.
Além dos atendimentos, o programa traz palestras, rodas de conversa e distribuição de materiais informativos. A expectativa é reduzir índices de violência e promover o empoderamento feminino na cidade.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Contagem, o estado de Minas Gerais registrou, em 2026, um aumento de 20% nos casos de violência contra a mulher em relação a 2025. A entidade reforça a importância da denúncia e do apoio.
A prefeitura de Contagem afirma que a ação representa uma resposta às demandas por maior segurança e respeito às mulheres, com planos de ampliar as atividades e fortalecer a rede de apoio a vítimas de violência de gênero.
André Willis
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